No
3.º domingo do Tempo Comum no Ano A e Domingo da Palavra de Deus (que o
Papa Francisco instituiu, há sete anos, como lembrou o Papa Leão XIV), o objetivo
é promover em toda a Igreja o conhecimento da Sagrada Escritura e a atenção à
Palavra de Deus, na Liturgia e na vida das comunidades. E a Liturgia da Palavra
desvela-nos o projeto de salvação e de vida plena que Deus tem para o Mundo dos
homens. Ele visita-nos, anota as nossas dificuldades, cuida-nos das feridas,
mostra-nos em que direção caminhar para chegarmos à vida, fica à espera para
nos acolher e abraçar no final do caminho. A salvação ilumina-nos cada um dos passos.
***
Na primeira
leitura (Is 8,23b-9,3), o profeta/poeta Isaías – que fala aos habitantes
de Judá num tempo histórico marcado pelo imperialismo da Assíria – anuncia a
luz que Deus fará brilhar por cima das montanhas da Galileia e que porá fim às
trevas que se abateram sobre a região. Talvez as intervenções de Deus não
estejam sincronizadas com a nossa pressa, mas Ele não deixa de vir em socorro
dos seus filhos que peregrinam pelo Mundo.
A
profecia em referência está estruturada num jogo de antíteses: “humilhar/cobrir
de glória”, “trevas/luz”, “caminhar nas sombras da morte (desolação,
desespero)/alegria e contentamento”. Os conceitos negativos (“humilhar”,
“trevas”, “sombras da morte”) definem a situação atual dos territórios de
Zabulão e Neftali, esmagados sob o jugo assírio; e os conceitos positivos
(“cobrir de glória”, “luz”, “alegria e contentamento”) referem-se ao futuro.
A
passagem da situação de opressão, de frustração, de desespero, à situação de
alegria, de contentamento, de esperança, opera-se, na ótica do profeta/poeta,
através de “uma luz” que brilhará por cima dos montes da Galileia e que
iluminará toda a Terra, para eliminar “as trevas” que mantêm o Povo oprimido e
sem esperança, inaugurando o dia novo da alegria e da paz sem fim. Será quebrado
o jugo da opressão que pesava sobre o Povo e a paz deixará de ser miragem para
se tornar realidade. Para descrever a alegria que encherá o coração dos Israelitas,
o profeta recorre a duas imagens sugestivas: a festa do final das colheitas, com
toda a gente em dança feliz, a celebrar a abundância; e os festejos após a
caçada, com os caçadores a dividirem a presa.
A
origem da luz libertadora e recriadora que brilhará sobre a Galileia é Deus. Será
Ele quem quebrará a vara do opressor, levantará o jugo que oprime o Povo de
Deus, triturará o bastão de comando que gera escravidão e humilhação. O Mundo
novo é dom de Deus.
O
trecho em apreço fica por aqui, mas, na sequência, o oráculo de Isaías fala num
“menino”, enviado por Deus para restaurar o trono de David, para reinar no
direito e na justiça, para transformar a opressão em liberdade e a violência em
paz. É a promessa messiânica em todo o seu esplendor. Jesus, 700 anos depois,
concretizará a profecia de Isaías.
***
O Evangelho (Mt
4,12-23) exibe a concretização da promessa feita por Deus através de Isaías.
Jesus é a luz que começa a brilhar na Galileia, para iluminar os caminhos e as
vidas de todos os que habitam “na sombria região da morte”. Ele anuncia a
chegada de Deus para fazer nascer um Mundo novo, justo, fraterno e humano. E
não quer estar sozinho neste projeto: junta à sua volta alguns discípulos e
convida-os a colaborar com Ele na construção do Reino de Deus.
Recebido
o batismo no Jordão, Jesus permaneceu, algum tempo, no deserto, talvez ligado a
João Batista. Esse foi, para Jesus, tempo de preparação para a missão. É
natural que tenha, então, refletido sobre a missão que o Pai Lhe confiou e
tenha definido as grandes linhas do ministério. Sentiu que o tempo de
preparação para a intervenção de Deus, de que João falava, tinha terminado, para
começar o tempo novo da salvação. Jesus achava que a nova etapa da História da
salvação estava ligada à sua pessoa e ao seu ministério: Deus enviava-O a
anunciar a presença de Deus na História dos homens – o “Reino de Deus”, que
Mateus chama “Reino dos Céus”.
Depois,
Jesus deixou o deserto e deslocou-se para a terra habitada de Israel. A
salvação de Deus ia ao encontro dos homens nos lugares onde eles viviam e
trabalhavam. Transformado em profeta itinerante, Jesus percorria as aldeias e
cidades da Galileia, para anunciar a todos a chegada do Deus misericordioso e
bom, que vinha oferecer uma vida mais digna e mais humana a todos os seus filhos.
Estávamos no ano 28 e Jesus teria uns trinta anos.
Jesus
dirigiu-se para a Galileia, região que bem conhecia, pois aí tinha passado a
maior parte da sua vida. A Galileia, longe de Jerusalém, era menos controlada pelas
autoridades religiosas judaicas e era habitada também por gente estrangeira e
sem a fé judaica. Era, pois, uma zona periférica, em relação à fé judaica,
Jesus, porém, não se instalou na pequena aldeia de Nazaré, onde vivia a família,
mas em Cafarnaum, cidade situada na margem do lago de Tiberíades ou Mar da
Galileia. A cidade tinha entre mil e 1500 habitantes. Parte deles vivia da
agricultura; os outros eram pescadores, comerciantes e artesãos. Em Cafarnaum
funcionava, uma alfândega onde os funcionários – os cobradores de impostos –
controlavam o movimento da via comercial pela qual chegavam mercadorias de
grande valor vindas do Oriente. A cidade contava ainda com uma guarnição romana
constituída por cerca de cem soldados.
Jesus
instalou-se em Cafarnaum, por causa da situação estratégica da cidade. Daí
podia facilmente chegar a outras regiões da Galileia, às cidades fenícias da
costa e aos territórios pagãos da Decápole, situada a Leste do Mar da Galileia.
Mateus, preocupado com a realização das profecias, vê na instalação de Jesus em
Cafarnaum, “terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali”, o
cumprimento do anúncio profético de Isaías: “Terra de Zabulão e terra de
Neftali, estrada do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia
nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da
morte, uma luz se levantou” (Is 8,23-9,1).
Para
Mateus, Jesus é a luz prometida por Deus, a qual, após tantos séculos de
espera, se acende na humilhada terra da Galileia, a sangrar das feridas que os
ocupantes assírios lhe infligiram, desde que ocuparam o reino de Israel (no século
VIII a.C.).
Com
a vinda de Jesus, chega o tempo novo de salvação, de graça e de paz. A mensagem
que Jesus, o profeta itinerante do Reino de Deus, começou a anunciar dirige-se,
antes de mais, aos pequenos, aos desprezados, aos esquecidos – os pobres, os
camponeses, os pescadores – de Israel, mas destina-se também aos pagãos, tendo,
portanto, uma dimensão universal. Para Mateus, é bem significativo que o
primeiro anúncio de Jesus ecoe na Galileia, terra onde os gentios se misturam
com os judeus e, concretamente, em Cafarnaum, a cidade que, pela sua situação
geográfica, é porta aberta para as terras dos pagãos.
O
núcleo central da pregação de Jesus era a realidade a que Ele chamava “o Reino
de Deus”. A expressão “Reino de Deus” ou “Reino dos céus” é rara no Antigo
Testamento. Jesus, no entanto, usa-a para se referir a uma das aspirações mais
profundas do Povo de Deus. A catequese de Israel via Deus como o Senhor do Mundo
e da História, o “rei” que “governa o Mundo com justiça e os povos com a sua
fidelidade”. Esse “rei” tinha libertado Israel da escravidão do Egito, tinha-o
acompanhado pelo deserto, tinha feito com ele uma Aliança, tinha-lhe dado leis
e preceitos e a Terra Prometida, tinha-o conduzido ao longo do seu caminho pela
História. Deus era um rei bom, que amava o seu povo e lhe asseguraria um futuro
de prosperidade, de abundância e de paz. Todavia, instalado na Terra Prometida,
o Povo de Deus quis organizar-se à laia dos outros povos e ser governado por
reis humanos, que exerceram a realeza de forma dececionante. O discurso
profético apresenta denúncias de injustiças cometidas pelos reis contra os
pobres, de atropelos ao direito orquestrados pela classe dirigente, de
responsabilidades dos líderes no abandono da Aliança, de graves omissões no
respeitante aos compromissos para com Javé.
Dececionado desses reis, o Povo de Deus começou a sonhar um tempo novo, em que o próprio
Deus reinaria, diretamente, sobre o seu Povo. E esse reinado seria marcado pela
justiça, pela misericórdia, pela preocupação de Deus, em relação aos pobres e
marginalizados, pela abundância e fecundidade, pela paz infinda. O povo de Deus
vivia, há séculos, na expetativa da vinda de Deus para reinar sobre Israel e
para inaugurar o Mundo novo.
Jesus,
cônscio de que a vinda do Reino de Deus está ligada à sua pessoa, começa a
percorrer a Galileia e a dizer: “O reino de Deus está próximo.” Porém, entende
que a chegada do Reino de Deus postula a “conversão”, a mudança radical na
mentalidade, nos valores, na postura de vida. Por isso, exorta: “Convertei-os”
(‘metanoeîte’). A “conversão” corresponde, na linguagem profética, à reorientação
da vida para Deus, ao reequacionar a vida, de modo que Deus e os seus valores sejam
o centro da existência do homem. Para que o Reino de Deus aconteça, tem de
haver uma “conversão”, pois, só quando o homem abandonar os caminhos errados e
voltar para Deus, estará preparado para acolher a realeza de Deus. Então, o
Reino de Deus pode tornar-se realidade no Mundo e nos corações.
Entretanto,
em Cafarnaum, nas margens do Mar da Galileia, Jesus passa, vê Simão Pedro e
André, dois irmãos que lançavam as redes ao mar, e convida-os a segui-Lo.
Diz-lhes que, doravante, serão “pescadores de homens”. Depois, chama outros
dois pescadores – Tiago e João, irmãos, que deixam o barco e o pai para seguirem
Jesus.
Este
relato de Mateus, tomado do Evangelho de Marcos (cf Mc 1,16-20) não é
descrição factual do chamamento, mas catequese cujo objetivo é evidenciar os
passos fundamentais da vocação. A pronta resposta de Pedro e André, Tiago e
João, constitui-se em exemplo de seguimento de Jesus, de conversão radical ao
Reino de Deus e de adesão às suas exigências.
O
relato assinala a diferença fundamental entre os chamados por Jesus e os
discípulos dos rabis: o habitual entre os judeus era cada discípulo escolher o
seu mestre. Aqui, ao invés, é Jesus que toma a iniciativa, que chama os
discípulos que Ele próprio escolheu, que os convida a segui-Lo e lhes propõe a
missão. A resposta destes discípulos ao chamamento é paradigmática: renunciam à
família, ao trabalho, às seguranças e seguem Jesus, prontamente e sem
condições. Esta rutura (que é rutura afetiva com pessoas e com as referências
sociais e de segurança económica) indicia a opção radical pelo Reino e pelas
suas exigências.
Os
discípulos que aceitam seguir Jesus e abraçam o desafio do Reino serão
“pescadores de homens”. Na cultura judaica, o mar é o lugar dos demónios, das
forças da morte que se opõem à vida e à felicidade. Por isso, a tarefa dos
discípulos é libertar os homens da realidade de morte e de escravidão em que estão
mergulhados, guiando-os à liberdade e à realização.
Os
quatro discípulos que Jesus encontrou e chamou, nas margens do lago da
Galileia, andarão com Ele. Com Ele descobrirão o Reino de Deus e as suas
exigências. Mais tarde, depois de Jesus ter voltado para o Pai, tornar-se-ão
testemunhas do Reino de Deus, em toda a Terra. Na resposta decidida, no seguimento
radical de Jesus, no compromisso com o Reino, tornar-se-ão modelo para os
discípulos de todos os tempos e lugares.
Por
último, o evangelista mostra Jesus a andar por toda a Galileia e a construir
ativamente o Reino de Deus. Ao anúncio do Reino com palavras, somam-se os
gestos curadores de Jesus, que levam vida aos enfermos que vivem mergulhados
“na sombra da morte”. Pela ação de Jesus, abre-se a nova era, o tempo de
esperança para o Mundo. Com Jesus, Deus chegou para reinar no Mundo e para
transformar a escravidão em liberdade, a morte em vida.
Em
suma, o Reino de Deus implica a missão e cooperação com Cristo e dos discípulos
entre si. Para tanto, Jesus continua a chamar. Pode faltar quem ouça e responda.
***
Na segunda
leitura (1Cor 1,10-13.17), Paulo pede aos cristãos de Corinto que
não esqueçam o compromisso que assumiram quando se dispuseram a seguir Jesus e
a acolher a Boa Notícia da salvação. Membros do “Corpo de Cristo”, os cristãos
não podem viver em disputas, em conflitos, em divisões. Compete-lhes anunciar,
com a vida, o Mundo novo de fraternidade, de comunhão e de paz que Cristo propõe.
Paulo
entende que, no centro da experiência cristã, não está uma filosofia de vida,
defendida, de forma brilhante, por um “mestre”, mas o encontro, a adesão e o
seguimento de Jesus Cristo. É Ele e só Ele verdadeiro mestre, o que está no
centro da experiência cristã. É a Ele e só a Ele que todos devem escutar e
seguir. Por isso cônscio destas verdades, o apóstolo dirige-se aos Coríntios a
lembrar-lhes que foi em Cristo que todos foram batizados; foi Cristo que
ofereceu por todos a sua vida na cruz. Portanto, só Cristo pode ser a
referência de todos, a única fonte de salvação e de vida para todos.
Assim,
quando alguém se apresenta como sendo de Paulo, de Pedro, ou de Apolo, ou de
qualquer outro, desvirtua gravemente a essência da fé cristã. Os Coríntios –
bem como os cristãos de qualquer outro lugar ou tempo – não foram batizados em
nome de Paulo, ou de Pedro, ou de Apolo; nem foi Paulo, Pedro ou Apolo que
morreram na cruz para os salvar. Paulo, Pedro e Apolo foram, cada um a seu
jeito, simples instrumentos de Deus para que os Coríntios conhecessem Jesus
Cristo e abraçassem o Evangelho.
É
oportuna esta doutrina no termo do Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos,
em dia da Conversão de São Paulo (25 de janeiro). Não fazem sentido as divisões
na comunidade. Cristo não está dividido. As divisões, os conflitos, as
discussões, as tentativas de garantir a superioridade de um grupo sobre o outro
são a negação da unidade, da fraternidade, da comunhão que Cristo propôs e que
a comunidade nascida de Cristo e alimentada por Cristo deve testemunhar. De
resto, o anúncio do Evangelho não é concurso de eloquência. O enviado deve
proclamar a Boa Nova da salvação numa linguagem simples e despida de enfeites,
a fim de não distrair os destinatários da essência da mensagem.
Os
Coríntios são, pois, instados a não fixar a atenção em mestres humanos, mas a
redescobrir Cristo, morto na cruz para dar vida a todos, como a essência da sua
fé e do seu compromisso. Assim, a comunidade – unida na diversidade – será verdadeira
família de irmãos, que recebe vida de Cristo e que vive em unidade e em comunhão.
***
A
este respeito, Leão IV, comentou na Praça de São Pedro:
“Recebido
o batismo, Jesus inicia a sua pregação e chama os primeiros discípulos: Simão –
conhecido como Pedro –, André, Tiago e João. Observando esta passagem evangélica,
faremos duas perguntas: uma sobre o tempo em que Jesus começa
a missão e outra sobre o lugar que escolhe para pregar e
chamar os apóstolos. […]
“O
evangelista conta-nos que Jesus, ‘tendo ouvido dizer que João fora preso’,
começou a sua pregação. Esta ocorre num momento que não parece o melhor: João
Batista acabava de ser preso e, por isso, os líderes do povo estão pouco
dispostos a acolher a novidade do Messias. Trata-se de um tempo que
recomendaria prudência, mas é nesta situação obscura que Jesus começa a trazer
a luz da boa nova: ‘Está próximo o Reino dos Céus.’
“Também
na nossa vida pessoal e eclesial, por vezes, devido a resistências interiores
ou a circunstâncias que consideramos desfavoráveis, pensamos não ser o momento
certo para anunciar o Evangelho, para tomar uma decisão, para fazer uma
escolha, para mudar uma situação. Porém, o risco é ficarmos paralisados pela
indecisão ou prisioneiros de uma prudência excessiva, quando o Evangelho nos
pede o risco da confiança: Deus trabalha em todo o tempo, sendo bom qualquer
momento para o Senhor, mesmo se não nos sentimos preparados ou se a situação
não parece ser a melhor.
“O
relato evangélico também nos mostra o lugar onde Jesus começa a sua missão
pública: Ele, ‘abandonando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum’. Permanece,
contudo, na Galileia, território habitado, principalmente, por pagãos, o qual,
devido ao comércio, é terra de passagem e de encontros; poderíamos dizer que é
um território multicultural, atravessado por pessoas com origens e filiações
religiosas diferentes. O Evangelho diz-nos, desta forma, que o Messias vem de
Israel, mas ultrapassa as fronteiras da sua terra para anunciar o Deus que se
aproxima de todos, não exclui ninguém e não veio apenas para os puros, antes
pelo contrário, envolve-se nas situações e nas relações humanas. Também nós,
cristãos, devemos vencer a tentação de nos fecharmos: o Evangelho deve ser
anunciado e vivido em todas as circunstâncias e ambientes, para que seja
fermento de fraternidade e paz entre as pessoas, as culturas, as religiões e os
povos.
“Tal
como os primeiros discípulos, somos convidados a acolher o chamamento do
Senhor, na alegria de saber que cada tempo e cada lugar da nossa vida são
visitados por Ele e atravessados pelo seu amor. Rezemos à Virgem Maria, para
que nos conceda esta confiança interior e nos acompanhe ao longo do caminho.”
***
É
motivo para cantarmos com o salmista:
“O
Senhor é minha luz e salvação.”
“O
Senhor é minha luz e salvação: / a quem hei de temer? O Senhor é protetor da
minha vida: /
de quem hei de ter medo?
“Uma
coisa peço ao Senhor, por ela anseio: / habitar na casa do Senhor todos os dias
da minha vida, / para gozar da suavidade do Senhor / e visitar o seu santuário.
“Espero
vir a contemplar a bondade do Senhor / na terra dos vivos. / Confia no Senhor,
sê forte. / Tem confiança e confia no Senhor.”
E
com o Evangelho:
“Aleluia.
Aleluia. Jesus proclamava o Evangelho do reino e curava todas as doenças entre
o povo.”
2026.01.25
– Louro de Carvalho
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