domingo, 25 de janeiro de 2026

Em mais um Domingo da Palavra de Deus

 

No 3.º domingo do Tempo Comum no Ano A e Domingo da Palavra de Deus (que o Papa Francisco instituiu, há sete anos, como lembrou o Papa Leão XIV), o objetivo é promover em toda a Igreja o conhecimento da Sagrada Escritura e a atenção à Palavra de Deus, na Liturgia e na vida das comunidades. E a Liturgia da Palavra desvela-nos o projeto de salvação e de vida plena que Deus tem para o Mundo dos homens. Ele visita-nos, anota as nossas dificuldades, cuida-nos das feridas, mostra-nos em que direção caminhar para chegarmos à vida, fica à espera para nos acolher e abraçar no final do caminho. A salvação ilumina-nos cada um dos passos.

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Na primeira leitura (Is 8,23b-9,3), o profeta/poeta Isaías – que fala aos habitantes de Judá num tempo histórico marcado pelo imperialismo da Assíria – anuncia a luz que Deus fará brilhar por cima das montanhas da Galileia e que porá fim às trevas que se abateram sobre a região. Talvez as intervenções de Deus não estejam sincronizadas com a nossa pressa, mas Ele não deixa de vir em socorro dos seus filhos que peregrinam pelo Mundo.
A profecia em referência está estruturada num jogo de antíteses: “humilhar/cobrir de glória”, “trevas/luz”, “caminhar nas sombras da morte (desolação, desespero)/alegria e contentamento”. Os conceitos negativos (“humilhar”, “trevas”, “sombras da morte”) definem a situação atual dos territórios de Zabulão e Neftali, esmagados sob o jugo assírio; e os conceitos positivos (“cobrir de glória”, “luz”, “alegria e contentamento”) referem-se ao futuro.
A passagem da situação de opressão, de frustração, de desespero, à situação de alegria, de contentamento, de esperança, opera-se, na ótica do profeta/poeta, através de “uma luz” que brilhará por cima dos montes da Galileia e que iluminará toda a Terra, para eliminar “as trevas” que mantêm o Povo oprimido e sem esperança, inaugurando o dia novo da alegria e da paz sem fim. Será quebrado o jugo da opressão que pesava sobre o Povo e a paz deixará de ser miragem para se tornar realidade. Para descrever a alegria que encherá o coração dos Israelitas, o profeta recorre a duas imagens sugestivas: a festa do final das colheitas, com toda a gente em dança feliz, a celebrar a abundância; e os festejos após a caçada, com os caçadores a dividirem a presa.
A origem da luz libertadora e recriadora que brilhará sobre a Galileia é Deus. Será Ele quem quebrará a vara do opressor, levantará o jugo que oprime o Povo de Deus, triturará o bastão de comando que gera escravidão e humilhação. O Mundo novo é dom de Deus.
O trecho em apreço fica por aqui, mas, na sequência, o oráculo de Isaías fala num “menino”, enviado por Deus para restaurar o trono de David, para reinar no direito e na justiça, para transformar a opressão em liberdade e a violência em paz. É a promessa messiânica em todo o seu esplendor. Jesus, 700 anos depois, concretizará a profecia de Isaías.

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O Evangelho (Mt 4,12-23) exibe a concretização da promessa feita por Deus através de Isaías. Jesus é a luz que começa a brilhar na Galileia, para iluminar os caminhos e as vidas de todos os que habitam “na sombria região da morte”. Ele anuncia a chegada de Deus para fazer nascer um Mundo novo, justo, fraterno e humano. E não quer estar sozinho neste projeto: junta à sua volta alguns discípulos e convida-os a colaborar com Ele na construção do Reino de Deus.
Recebido o batismo no Jordão, Jesus permaneceu, algum tempo, no deserto, talvez ligado a João Batista. Esse foi, para Jesus, tempo de preparação para a missão. É natural que tenha, então, refletido sobre a missão que o Pai Lhe confiou e tenha definido as grandes linhas do ministério. Sentiu que o tempo de preparação para a intervenção de Deus, de que João falava, tinha terminado, para começar o tempo novo da salvação. Jesus achava que a nova etapa da História da salvação estava ligada à sua pessoa e ao seu ministério: Deus enviava-O a anunciar a presença de Deus na História dos homens – o “Reino de Deus”, que Mateus chama “Reino dos Céus”.
Depois, Jesus deixou o deserto e deslocou-se para a terra habitada de Israel. A salvação de Deus ia ao encontro dos homens nos lugares onde eles viviam e trabalhavam. Transformado em profeta itinerante, Jesus percorria as aldeias e cidades da Galileia, para anunciar a todos a chegada do Deus misericordioso e bom, que vinha oferecer uma vida mais digna e mais humana a todos os seus filhos. Estávamos no ano 28 e Jesus teria uns trinta anos.
Jesus dirigiu-se para a Galileia, região que bem conhecia, pois aí tinha passado a maior parte da sua vida. A Galileia, longe de Jerusalém, era menos controlada pelas autoridades religiosas judaicas e era habitada também por gente estrangeira e sem a fé judaica. Era, pois, uma zona periférica, em relação à fé judaica, Jesus, porém, não se instalou na pequena aldeia de Nazaré, onde vivia a família, mas em Cafarnaum, cidade situada na margem do lago de Tiberíades ou Mar da Galileia. A cidade tinha entre mil e 1500 habitantes. Parte deles vivia da agricultura; os outros eram pescadores, comerciantes e artesãos. Em Cafarnaum funcionava, uma alfândega onde os funcionários – os cobradores de impostos – controlavam o movimento da via comercial pela qual chegavam mercadorias de grande valor vindas do Oriente. A cidade contava ainda com uma guarnição romana constituída por cerca de cem soldados.
Jesus instalou-se em Cafarnaum, por causa da situação estratégica da cidade. Daí podia facilmente chegar a outras regiões da Galileia, às cidades fenícias da costa e aos territórios pagãos da Decápole, situada a Leste do Mar da Galileia. Mateus, preocupado com a realização das profecias, vê na instalação de Jesus em Cafarnaum, “terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali”, o cumprimento do anúncio profético de Isaías: “Terra de Zabulão e terra de Neftali, estrada do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da morte, uma luz se levantou” (Is 8,23-9,1).
Para Mateus, Jesus é a luz prometida por Deus, a qual, após tantos séculos de espera, se acende na humilhada terra da Galileia, a sangrar das feridas que os ocupantes assírios lhe infligiram, desde que ocuparam o reino de Israel (no século VIII a.C.).
Com a vinda de Jesus, chega o tempo novo de salvação, de graça e de paz. A mensagem que Jesus, o profeta itinerante do Reino de Deus, começou a anunciar dirige-se, antes de mais, aos pequenos, aos desprezados, aos esquecidos – os pobres, os camponeses, os pescadores – de Israel, mas destina-se também aos pagãos, tendo, portanto, uma dimensão universal. Para Mateus, é bem significativo que o primeiro anúncio de Jesus ecoe na Galileia, terra onde os gentios se misturam com os judeus e, concretamente, em Cafarnaum, a cidade que, pela sua situação geográfica, é porta aberta para as terras dos pagãos.
O núcleo central da pregação de Jesus era a realidade a que Ele chamava “o Reino de Deus”. A expressão “Reino de Deus” ou “Reino dos céus” é rara no Antigo Testamento. Jesus, no entanto, usa-a para se referir a uma das aspirações mais profundas do Povo de Deus. A catequese de Israel via Deus como o Senhor do Mundo e da História, o “rei” que “governa o Mundo com justiça e os povos com a sua fidelidade”. Esse “rei” tinha libertado Israel da escravidão do Egito, tinha-o acompanhado pelo deserto, tinha feito com ele uma Aliança, tinha-lhe dado leis e preceitos e a Terra Prometida, tinha-o conduzido ao longo do seu caminho pela História. Deus era um rei bom, que amava o seu povo e lhe asseguraria um futuro de prosperidade, de abundância e de paz. Todavia, instalado na Terra Prometida, o Povo de Deus quis organizar-se à laia dos outros povos e ser governado por reis humanos, que exerceram a realeza de forma dececionante. O discurso profético apresenta denúncias de injustiças cometidas pelos reis contra os pobres, de atropelos ao direito orquestrados pela classe dirigente, de responsabilidades dos líderes no abandono da Aliança, de graves omissões no respeitante aos compromissos para com Javé.
Dececionado desses reis, o Povo de Deus começou a sonhar um tempo novo, em que o próprio Deus reinaria, diretamente, sobre o seu Povo. E esse reinado seria marcado pela justiça, pela misericórdia, pela preocupação de Deus, em relação aos pobres e marginalizados, pela abundância e fecundidade, pela paz infinda. O povo de Deus vivia, há séculos, na expetativa da vinda de Deus para reinar sobre Israel e para inaugurar o Mundo novo.
Jesus, cônscio de que a vinda do Reino de Deus está ligada à sua pessoa, começa a percorrer a Galileia e a dizer: “O reino de Deus está próximo.” Porém, entende que a chegada do Reino de Deus postula a “conversão”, a mudança radical na mentalidade, nos valores, na postura de vida. Por isso, exorta: “Convertei-os” (‘metanoeîte’). A “conversão” corresponde, na linguagem profética, à reorientação da vida para Deus, ao reequacionar a vida, de modo que Deus e os seus valores sejam o centro da existência do homem. Para que o Reino de Deus aconteça, tem de haver uma “conversão”, pois, só quando o homem abandonar os caminhos errados e voltar para Deus, estará preparado para acolher a realeza de Deus. Então, o Reino de Deus pode tornar-se realidade no Mundo e nos corações.
Entretanto, em Cafarnaum, nas margens do Mar da Galileia, Jesus passa, vê Simão Pedro e André, dois irmãos que lançavam as redes ao mar, e convida-os a segui-Lo. Diz-lhes que, doravante, serão “pescadores de homens”. Depois, chama outros dois pescadores – Tiago e João, irmãos, que deixam o barco e o pai para seguirem Jesus.
Este relato de Mateus, tomado do Evangelho de Marcos (cf Mc 1,16-20) não é descrição factual do chamamento, mas catequese cujo objetivo é evidenciar os passos fundamentais da vocação. A pronta resposta de Pedro e André, Tiago e João, constitui-se em exemplo de seguimento de Jesus, de conversão radical ao Reino de Deus e de adesão às suas exigências.
O relato assinala a diferença fundamental entre os chamados por Jesus e os discípulos dos rabis: o habitual entre os judeus era cada discípulo escolher o seu mestre. Aqui, ao invés, é Jesus que toma a iniciativa, que chama os discípulos que Ele próprio escolheu, que os convida a segui-Lo e lhes propõe a missão. A resposta destes discípulos ao chamamento é paradigmática: renunciam à família, ao trabalho, às seguranças e seguem Jesus, prontamente e sem condições. Esta rutura (que é rutura afetiva com pessoas e com as referências sociais e de segurança económica) indicia a opção radical pelo Reino e pelas suas exigências.
Os discípulos que aceitam seguir Jesus e abraçam o desafio do Reino serão “pescadores de homens”. Na cultura judaica, o mar é o lugar dos demónios, das forças da morte que se opõem à vida e à felicidade. Por isso, a tarefa dos discípulos é libertar os homens da realidade de morte e de escravidão em que estão mergulhados, guiando-os à liberdade e à realização.
Os quatro discípulos que Jesus encontrou e chamou, nas margens do lago da Galileia, andarão com Ele. Com Ele descobrirão o Reino de Deus e as suas exigências. Mais tarde, depois de Jesus ter voltado para o Pai, tornar-se-ão testemunhas do Reino de Deus, em toda a Terra. Na resposta decidida, no seguimento radical de Jesus, no compromisso com o Reino, tornar-se-ão modelo para os discípulos de todos os tempos e lugares.
Por último, o evangelista mostra Jesus a andar por toda a Galileia e a construir ativamente o Reino de Deus. Ao anúncio do Reino com palavras, somam-se os gestos curadores de Jesus, que levam vida aos enfermos que vivem mergulhados “na sombra da morte”. Pela ação de Jesus, abre-se a nova era, o tempo de esperança para o Mundo. Com Jesus, Deus chegou para reinar no Mundo e para transformar a escravidão em liberdade, a morte em vida.
Em suma, o Reino de Deus implica a missão e cooperação com Cristo e dos discípulos entre si. Para tanto, Jesus continua a chamar. Pode faltar quem ouça e responda.

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Na segunda leitura (1Cor 1,10-13.17), Paulo pede aos cristãos de Corinto que não esqueçam o compromisso que assumiram quando se dispuseram a seguir Jesus e a acolher a Boa Notícia da salvação. Membros do “Corpo de Cristo”, os cristãos não podem viver em disputas, em conflitos, em divisões. Compete-lhes anunciar, com a vida, o Mundo novo de fraternidade, de comunhão e de paz que Cristo propõe.
Paulo entende que, no centro da experiência cristã, não está uma filosofia de vida, defendida, de forma brilhante, por um “mestre”, mas o encontro, a adesão e o seguimento de Jesus Cristo. É Ele e só Ele verdadeiro mestre, o que está no centro da experiência cristã. É a Ele e só a Ele que todos devem escutar e seguir. Por isso cônscio destas verdades, o apóstolo dirige-se aos Coríntios a lembrar-lhes que foi em Cristo que todos foram batizados; foi Cristo que ofereceu por todos a sua vida na cruz. Portanto, só Cristo pode ser a referência de todos, a única fonte de salvação e de vida para todos.
Assim, quando alguém se apresenta como sendo de Paulo, de Pedro, ou de Apolo, ou de qualquer outro, desvirtua gravemente a essência da fé cristã. Os Coríntios – bem como os cristãos de qualquer outro lugar ou tempo – não foram batizados em nome de Paulo, ou de Pedro, ou de Apolo; nem foi Paulo, Pedro ou Apolo que morreram na cruz para os salvar. Paulo, Pedro e Apolo foram, cada um a seu jeito, simples instrumentos de Deus para que os Coríntios conhecessem Jesus Cristo e abraçassem o Evangelho.
É oportuna esta doutrina no termo do Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos, em dia da Conversão de São Paulo (25 de janeiro). Não fazem sentido as divisões na comunidade. Cristo não está dividido. As divisões, os conflitos, as discussões, as tentativas de garantir a superioridade de um grupo sobre o outro são a negação da unidade, da fraternidade, da comunhão que Cristo propôs e que a comunidade nascida de Cristo e alimentada por Cristo deve testemunhar. De resto, o anúncio do Evangelho não é concurso de eloquência. O enviado deve proclamar a Boa Nova da salvação numa linguagem simples e despida de enfeites, a fim de não distrair os destinatários da essência da mensagem.
Os Coríntios são, pois, instados a não fixar a atenção em mestres humanos, mas a redescobrir Cristo, morto na cruz para dar vida a todos, como a essência da sua fé e do seu compromisso. Assim, a comunidade – unida na diversidade – será verdadeira família de irmãos, que recebe vida de Cristo e que vive em unidade e em comunhão.

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A este respeito, Leão IV, comentou na Praça de São Pedro:

“Recebido o batismo, Jesus inicia a sua pregação e chama os primeiros discípulos: Simão – conhecido como Pedro –, André, Tiago e João. Observando esta passagem evangélica, faremos duas perguntas: uma sobre o tempo em que Jesus começa a missão e outra sobre o lugar que escolhe para pregar e chamar os apóstolos. […]
“O evangelista conta-nos que Jesus, ‘tendo ouvido dizer que João fora preso’, começou a sua pregação. Esta ocorre num momento que não parece o melhor: João Batista acabava de ser preso e, por isso, os líderes do povo estão pouco dispostos a acolher a novidade do Messias. Trata-se de um tempo que recomendaria prudência, mas é nesta situação obscura que Jesus começa a trazer a luz da boa nova: ‘Está próximo o Reino dos Céus.’
“Também na nossa vida pessoal e eclesial, por vezes, devido a resistências interiores ou a circunstâncias que consideramos desfavoráveis, pensamos não ser o momento certo para anunciar o Evangelho, para tomar uma decisão, para fazer uma escolha, para mudar uma situação. Porém, o risco é ficarmos paralisados pela indecisão ou prisioneiros de uma prudência excessiva, quando o Evangelho nos pede o risco da confiança: Deus trabalha em todo o tempo, sendo bom qualquer momento para o Senhor, mesmo se não nos sentimos preparados ou se a situação não parece ser a melhor.
“O relato evangélico também nos mostra o lugar onde Jesus começa a sua missão pública: Ele, ‘abandonando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum’. Permanece, contudo, na Galileia, território habitado, principalmente, por pagãos, o qual, devido ao comércio, é terra de passagem e de encontros; poderíamos dizer que é um território multicultural, atravessado por pessoas com origens e filiações religiosas diferentes. O Evangelho diz-nos, desta forma, que o Messias vem de Israel, mas ultrapassa as fronteiras da sua terra para anunciar o Deus que se aproxima de todos, não exclui ninguém e não veio apenas para os puros, antes pelo contrário, envolve-se nas situações e nas relações humanas. Também nós, cristãos, devemos vencer a tentação de nos fecharmos: o Evangelho deve ser anunciado e vivido em todas as circunstâncias e ambientes, para que seja fermento de fraternidade e paz entre as pessoas, as culturas, as religiões e os povos.
“Tal como os primeiros discípulos, somos convidados a acolher o chamamento do Senhor, na alegria de saber que cada tempo e cada lugar da nossa vida são visitados por Ele e atravessados pelo seu amor. Rezemos à Virgem Maria, para que nos conceda esta confiança interior e nos acompanhe ao longo do caminho.”

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É motivo para cantarmos com o salmista:

“O Senhor é minha luz e salvação.”

“O Senhor é minha luz e salvação: / a quem hei de temer? O Senhor é protetor da minha vida: /
de quem hei de ter medo?

“Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio: / habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, / para gozar da suavidade do Senhor / e visitar o seu santuário.

“Espero vir a contemplar a bondade do Senhor / na terra dos vivos. / Confia no Senhor, sê forte. / Tem confiança e confia no Senhor.”

E com o Evangelho:

 “Aleluia. Aleluia. Jesus proclamava o Evangelho do reino e curava todas as doenças entre o povo.”

2026.01.25 – Louro de Carvalho

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