A
liturgia do 20.º domingo do Tempo Comum, no Ano A, evidencia a universalidade
da salvação, porque Deus ama a todos e a cada um dos seus filhos e a todos
convida para o banquete do Reino.
***
Na
primeira leitura (Is 56,1.6-7), Javé garante ao seu Povo a chegada da
nova era, em que se revelará, plenamente, a salvação de Deus, que não se
destina só a Israel, mas a todos os homens e mulheres que aceitem o convite
para integrarem a comunidade do Povo de Deus.
O
trecho em referência integra um bloco de textos que se chamam “Tritoisaías” (Is
56-66). Para alguns, são textos dum profeta anónimo, pós-exílico, que exerceu o
ministério em Jerusalém, entre os retornados da Babilónia, nos anos 537-520
a.C.; e, para a maioria, são textos provenientes de uma pluralidade de autores,
e que foram redigidos ao longo de um arco de longo tempo (provavelmente, entre
os séculos VI e V a.C.), mas na época pós-exílica.
Os
retornados estão desiludidos, porque a tarefa da reconstrução é morosa e
difícil. O país está arruinado, as cidades destruídas e desabitadas, os campos
incultos e abandonados. Os ricos oprimem os pobres e a esmagam os humildes. No âmbito
religioso, o ambiente é de incompreensão dos planos de Deus, de ceticismo e de desconfiança,
de culto meramente exterior e de retorno às práticas idolátricas. Agora, têm
papel fundamental o sacerdote Josué e o governador Zorobabel, responsáveis pela
reconstrução do Templo.
No
quadro da relação dos retornados a Jerusalém, nesta fase, com os outros povos, alguns
textos epocais mostram certa abertura à universalidade, sugerindo que o exílio,
ao permitir o contacto com outras realidades culturais e religiosas, levou o
Povo de Deus a alguma tolerância para com as outras nações. Porém, outros
manifestam cada vez mais acentuado fechamento, que culminará na política
xenófoba de Esdras e Neemias. Além da experiência dramática do exílio, a
oposição dos povos vizinhos, na altura em que os retornados tentam reconstruir
Jerusalém, aumenta a desconfiança para com os estrangeiros, pelo que, na
segunda metade do século V a.C., são proibidos os casamentos mistos entre
judeus e estrangeiros e anulados os existentes.
Embora
não possamos situar, exatamente, em termos cronológicos, os acontecimentos em
causa, trata-se do ambiente pós-exílico, rico de desafios, mas cheio de
contradições.
A
essa comunidade desiludida e dececionada, o profeta anuncia que está para
chegar um tempo novo caracterizado pela presença na comunidade do Povo de Deus
da salvação e da justiça. Porém, a comunidade precisa de se preparar para
receber o dom de Deus, observando o direito e praticando a justiça (“mishpat” e
“zedaqa” – as decisões justas dos tribunais, que fundamentam a reta ordem
social).
Até
aqui, a “promessa” não apresenta novidade. A justiça foi pregada e anunciada,
vezes sem conta – com estas palavras ou com outras semelhantes –, por todos os
profetas de Israel. A verdadeira novidade aparece a seguir. A salvação que Deus
vai oferecer não se destina apenas a Israel, mas também aos estrangeiros.
Trata-se de uma espantosa revolução no universo religioso do Povo de Deus.
Para
os deuteronomistas, os estrangeiros deviam ser vencidos e votados à destruição;
Israel não podia fazer qualquer pacto, nem aceitar alianças matrimoniais com
eles. Os altares dos povos estrangeiros deviam ser destruídos, os seus
monumentos quebrados, os seus postes sagrados cortados, os seus ídolos
queimados. E, se Israel assim não procedesse e tolerasse os estrangeiros, a
cólera de Javé inflamar-se-ia contra o Povo e exterminá-lo-ia, rapidamente.
Agora,
é Deus que quer oferecer a sua salvação a todos os povos, inclusive aos
estrangeiros. O que é necessário aos estrangeiros para entrarem na comunidade
do Povo de Deus (“os estrangeiros que desejam unir-se ao Senhor para O
servirem, para amarem o seu nome e serem seus servos”) é “guardarem o sábado,
sem o profanarem” e serem “fiéis à Aliança”. Serão, então, membros de pleno
direito da comunidade do Povo de Deus e participarão, plenamente, na vida
litúrgica do Povo de Deus e o próprio Javé os conduzirá ao Templo, onde oferecerão
holocaustos e sacrifícios, como os israelitas. O Templo não será condomínio
fechado a que só Israel tem acesso, mas será a “casa de oração para todos os
povos”. Esta perspetiva deve ter conhecido tal dificuldade para se firmar, em
Israel, que, mesmo na época neotestamentária, os estrangeiros que visitavam
Jerusalém não podiam passar da esplanada exterior do Templo – o átrio dos
gentios – e em nunca podiam penetrar no “átrio dos israelitas”.
***
O
Evangelho (Mt 15,21-28) apresenta a realização da profecia do Tritoisaías,
indicada na primeira leitura. Jesus, depois de ver como os fariseus e os
doutores da Lei recusam a sua proposta do Reino, entra numa região pagã e montra
como os pagãos são dignos de acolher o dom de Deus. Face à grandeza da fé da
mulher cananeia, Jesus oferece-lhe a salvação que Deus prometeu derramar sobre
todos os homens e mulheres, sem exceção.
Continuamos
na “instrução sobre o Reino”. Depois de apresentar a pregação sobre o Reino em
parábolas, o evangelista descreve a resposta dos interlocutores de Jesus à sua proposta.
Em geral, a comunidade judaica responde negativamente ao repto lançado por
Jesus. Os nazarenos, Herodes, os escribas, os fariseus e os saduceus recusam
embarcar na aventura do Reino. Torna-se, cada vez mais claro, que a comunidade
judaica não está disposta a acolher Jesus.
O
episódio em apreço é antecedido de um confronto entre Jesus, por um lado, os
fariseus e doutores da Lei, por outro, por causa das tradições judaicas. Em
rutura com os fariseus e com os doutores da Lei, Jesus “retirou-Se dali e foi
para os lados de Tiro e de Sídon”. A recusa de Israel em acolher o Reino Deus faz
com que a pregação de Jesus se dirija para fora das fronteiras de Israel. E a
comunidade dos discípulos – o grupo que escutou, atentamente, a proposta do
Reino e a acolheu – acompanha Jesus.
Estamos
na “região de Tiro e Sídon”. Apresenta-se a Jesus uma mulher “cananeia”. O
apelativo “cananeia” designa, no Antigo Testamento, a mulher pagã (no caso, uma
mulher fenícia, residente na região de Tiro e Sídon). A Fenícia não era “recomendável”,
aos olhos dos judeus. De lá tinham vindo, frequentemente, exércitos inimigos e
influências religiosas nefastas, que afastavam os israelitas da fé em Javé e os
levavam a correr atrás dos deuses cananeus. Jezabel, mulher do rei Acab, que
potenciou o culto a Baal e Asserá (meados do século IX a.C., na época de Elias)
e que má memória deixou entre os fiéis a Javé, era filha de um rei de Sídon.
Não admira, pois, que os fariseus e doutores da Lei, defensores da Lei e da
pureza da fé, considerassem os habitantes dessa zona como cães (designação que,
para os judeus, tinha sentido altamente pejorativo).
O
apelo da mulher fenícia vai no sentido de também ela aceder aos benefícios da
salvação que Jesus traz consigo. Todos se questionam se Jesus passará por cima
dos preconceitos religiosos dos judeus e oferecerá a salvação a esta pagã, ou seja,
se uma mulher fenícia (estrangeira, inimiga, oriunda de uma região com má fama
e, ainda por cima, mulher) merece a graça da salvação.
As
três intervenções da cananeia mostram a sua ânsia de salvação e a fé firme e
convicta que a anima. As designações “filho de David”, que equivale a “Messias”,
e “Senhor” (“Kýrios”) com que se dirige a Jesus, lidas em contexto cristão,
equivalem à confissão de fé. A mulher impressiona pela fé, pela humildade e
pelo sofrimento que transparece no seu apelo.
Surpreende
a forma dura como Jesus trata esta mulher que pede ajuda. Começa por passar em
silêncio, aparentemente, insensível aos apelos da mulher. Depois, face à
insistência dos discípulos (que, no momento, apenas se queriam ver livres dela,
pelo incómodo dos seus clamores) responde: “Não fui enviado senão às ovelhas
perdidas da casa de Israel.” E, ante o dramático último apelo da mulher (“Socorre-me,
Senhor”), responde: “Não é justo que se tome o pão dos filhos para o lançar aos
cães.”
Parecia
alinhado com a mentalidade israelita de fechamento. É difícil entender esta
atitude, aparentemente, rude e insensível do mestre galileu, empenhado em
gestos concretos do amor e da misericórdia de Deus. A reação de Jesus resultará
da convicção de que a salvação devia derramar-se, em primeiro lugar, pelos
judeus, antes de alcançar os gentios, pois foi com eles que Deus fez a
experiência de aliança, que tinha de ser validada com a aceitação do Messias,
mas, a partir de Jerusalém, devia galgar as fronteiras da Palestina e ir até
aos confins do Orbe.
Por
outro lado, a atitude de Jesus faz sentido, se a encararmos como estratégia
pedagógica a mostrar a insensatez dos preconceitos judaicos contra os pagãos.
Jesus conduziu o jogo de forma a mostrar como eram ridículas as atitudes de
discriminação dos pagãos, veiculadas pela catequese oficial judaica.
Endurecendo, progressivamente, a sua atitude face ao apelo da “cananeia”, Jesus
dá à mulher a possibilidade de mostrar a firmeza e a convicção da sua fé e
prova aos judeus que os pagãos são dignos – talvez mais dignos do que esses santos
membros do Povo de Deus – de se sentarem à mesa do Reino. Esta mulher, na sua
humildade, nem sequer reivindica equiparar-se ao Povo eleito, convidado por
Deus para o banquete do Reino. Está disposta a ficar apenas com “as migalhas”
que caem da mesa, mas pede, insistentemente, que lhe permitam ter acesso a essa
salvação que Jesus traz, ao invés dos fariseus e dos doutores da Lei, os quais,
fechados na sua autossuficiência e nos seus preconceitos, rejeitam,
continuamente, a salvação que Jesus não cessa de lhes oferecer.
No
final de toda esta caminhada de afirmação da bondade e do merecimento desses
pagãos que a teologia oficial de Israel desprezava, Jesus conclui: “Mulher,
grande é a tua fé. Faça-se como desejas. Esta asserção quer dizer que a mulher
está disposta a acolher Jesus como o enviado do Pai e a aceitar o pão do Reino,
com que Deus mata a fome de vida de todos os seus filhos, pelo que recebe a
salvação que se destina a todos os de coração aberto ao dom de Deus.
Mateus,
com esta catequese, estará a responder a uma situação concreta da sua
comunidade. Na década de 80, alguns judeo-cristãos ainda tinham dificuldade em
aceitar a entrada dos pagãos na Igreja de Jesus. E o evangelista recorda-lhes
que, para Jesus, o que é decisivo não é a raça, a História, a eleição, mas a
adesão firme e convicta à salvação que, em Jesus, Deus faz aos homens. Com
efeito, a proposta de Jesus é para todos. A comunidade de Jesus é,
verdadeiramente, uma comunidade universal. O que é decisivo, no acesso à
salvação, é a fé – isto é, a capacidade de aderir a Jesus e à sua proposta de
vida.
***
Luís
André Nepomuceno, do Centro Universitário de Patos de Minas, no artigo “Mofina
e Cananeia: o teatro religioso tardio de Gil Vicente”, sustenta que Gil Vicente,
no “Auto de Mofina Mendes” e no “Auto da Cananeia”, vinca a conversão e a
salvação dos gentios e estrangeiros.
O
“Auto da Cananeia”, surgiu “por rogo da muito virtuosa e nobre senhora dona
Violante, dona abadessa do muito louvado e santo convento do mosteiro de
Oudivelas, a qual senhora lhe pediu que por sua devação lhe fizesse um auto
sobre o evangelho da Cananea”. O atendimento a uma solicitação mostra que o
dramaturgo parecia acreditar que ainda tinha algo a dizer no seu teatro
religioso tardio. Parecia ter descido das alturas do além imaginado no tríptico
das barcas para olhar o homem na sua potencialidade moral e na sua capacidade
de redenção.
Mofina
Mendes é a negação da Virgem Maria e a antítese da perseverança da cananeia; e
os aldeões que não acodem à súplica de oferecer lume às candeias de José
opõem-se aos pastores que seguem o anjo a Belém. Enfim, os dois autos são versões
contrárias de sentimentos humanos: a negligência, de um lado, e a perseverança
espiritual, de outro.
No
“Auto da Cananeia”, uma mulher cananeia (portanto, estrangeira) pede que Jesus
interceda pela sua filha endemoniada, e Ele, inicialmente, recusa, dizendo que não
foi enviado “senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”. E, insinuando-lhe a
condição de estrangeira, diz: “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos
cachorrinhos”. No entanto, impõem-se a fé e a perseverança da mulher, que, pela
ação de Jesus, lhe salvam a filha amaldiçoada.
As
três pastoras – Silvestra, Hebreia e Veredina – representam, respetivamente os
gentios, os hebreus e a Igreja. “Serra que tal gado tem / não na subirá
ninguém”, diz Silvestra, a respeito do povo gentio, a considerar que é gente
perdida. “Os patriarcas primeiros / eram gados celestiais / ovelhas, santos
carneiros / e os profetas cordeiros / e os d’agora lobos tais”, diz Hebreia,
sobre o povo judeu que caiu em perdição, ao longo dos séculos. E diz Veredina,
a respeito dos cristãos da Igreja: “Um só Deus que no Céu mora / Ele m’enviou
agora / das alturas cá em terra / pera ser flor dessa serra.”
Gil
Vicente tecerá considerações sobre a origem estrangeira da Cananeia. A saga da
mulher que pede a Cristo que liberte os demónios do corpo da filha é, na versão
do dramaturgo, precedida de dois quadros: conversa entre Satanás e Belzebu, o
primeiro a lamentar a sua incapacidade para tentar Cristo no deserto, e o
segundo, a noticiar os tormentos que impõe à filha da Cananeia; e diálogo entre
Cristo e os apóstolos, em que Ele ensina o valor da oração verdadeira e
contrita. Portanto, o caso da estrangeira que não pertence às “ovelhas perdidas
da casa de Israel” é antecipado de quadros dramáticos que explicam o motivo
central do auto. E o dramaturgo parece insinuar um diálogo com o tema da
“ovelha perdida”, frequente nos Evangelhos.
O
“Auto da Cananeia” é a história de uma ovelha perdida e reencontrada, mas
em nova roupagem dramatúrgica. O último auto religioso vicentino é a releitura
dramática de um fragmento do Evangelho, uma peça de maturidade, em que o
dramaturgo abandona a veia cómica e a velha obsessão pela sátira. A cananeia, antítese
de Mofina Mendes, é mulher forte e determinada: penitencia-se, confessa-se
pecadora e indigna (“confesso que sou cadela / e de cadela nasci / e sou mais
perra que ela”), mas não perde a fé, mesmo ante as duras provas que Jesus lhe
impõe.
Segundo
o articulista, os cananeus teriam sido um dos sete povos, ou divisões étnicas,
expulsos pelos israelitas, após o Êxodo, o que fez cair sobre eles a calamidade
da traição, pois recusaram unir-se aos irmãos mais velhos nas terras de Ham. E
a cananeia não é a única voz, nos evangelhos, de um estrangeiro amaldiçoado, qual
ovelha perdida, mas reencontrada em Cristo. São bons exemplos o episódio da
samaritana no poço de Jacob e o do centurião romano, gentio que pede a Cristo
que lhe cure o servo paralítico.
Como
São Paulo, Gil Vicente acreditava que os judeus se converteriam. E, para Dalila
Pereira Costa, no teatro religioso vicentino, o desfecho é a vinda de Cristo, seja
o Cristo da Natividade, seja o Cristo da Ressurreição, o mal é realidade
presente, no plano da salvação, tal como a necessidade de o extirpar. E, a
considerar isto na totalidade do primeiro teatro religioso vicentino, o dramaturgo
tinha algo novo a dizer, e de forma nova, após o seu longo percurso pelo teatro
profano. Precisava de dizer ao seu público que “as ovelhas perdidas e
reencontradas são ainda mais amadas por Deus do que as ovelhas que jamais se
perderam”.
***
A
segunda leitura (Rm 11,13-15.29-32) sugere que a misericórdia de Deus se
derrama sobre todos os seus filhos, mesmo sobre os que rejeitam as suas
propostas. Deus respeita sempre as opções dos homens, mas não desiste de
propor, em todos os momentos e a todos os seus filhos, oportunidades novas de
acolher a salvação que Ele quer oferecer. Porém, a hipótese de o Povo de eleito
de Deus e o Povo da Promessa ficar à margem da salvação, por ter recusado a
salvação oferecida em Cristo fazia sofrer Paulo, a ponto de confessar a sua dor
e tristeza, ao ver o seu povo obstinado na recusa da vida nova de Deus. Até
admitia aceitar ser separado, ele, de Cristo, se isso servisse para o Povo
judeu aceitar a salvação que Deus não desiste de lhe oferecer.
Contudo,
o apóstolo vai verificar que a questão não está encerrada: uma pequena parte (um
“resto”) de Israel aderiu a Jesus e entrou na comunidade do Reino (o próprio
Paulo faz parte desse grupo); e o endurecimento de Israel, ante a oferta de
salvação, estava previsto na Escritura e insere-se, certamente, nos planos de
Deus. Aliás, a recusa de Israel fez com que o Evangelho fosse pregado, mais
cedo, aos gentios. Deus escreve direito por linhas tortas!
Entretanto,
Paulo, que prossegue o seu ministério apostólico entre os gentios, com a
esperança de que os israelitas sintam ciúmes e acolham o dom de Deus, está convicto
de que, um dia, todo o Israel será salvo. Assim será, não só porque está
anunciado na Escritura, mas, sobretudo, porque Deus permanece fiel às suas
promessas. Da sua parte, os gentios não têm de se sentir superiores aos
israelitas. Israel foi chamado por Deus, desde os seus inícios, e o chamamento
de Deus é irrevogável. Os gentios, que antes estavam longe de Deus, agora,
tiveram acesso à graça; e os judeus, que, agora, se afastaram dos dons de Deus,
hão de também alcançar a graça. Parece enquadrar-se tudo no projeto salvífico
de um Deus que permitiu que todos sejam rebeldes, a fim de sobre todos deixar
cair a sua misericórdia. E Israel, o Povo eleito, chamado por Deus, desde os
seus inícios, não pode deixar de ser objeto da misericórdia de Deus.
***
Por
isto, é bom cantar o louvor de Deus e implorar a sua bênção, aceitando a
pregação do Reino e testemunhando-o.
“Louvado
sejais, Senhor, pelos povos de toda a terra.”
“Alegrem-se
e exultem as nações, / porque julgais os povos com justiça e governais as
nações sobre a Terra.
“Os
povos Vos louvem, ó Deus, / todos os povos Vos louvem.
“Deus
nos dê a sua bênção / e chegue o seu temor aos confins da terra.
“Aleluia.
Aleluia. Jesus proclamava o evangelho do reino / e curava todas as doenças
entre o povo.”
2026.08.17
- Louro de Carvalho