segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Não basta dizer “sim” à vontade de Deus: é preciso cumpri-la a sério

 

A liturgia do 26.º domingo do Tempo Comum, no Ano A, mostra que Deus chama todos a empenharem-se na construção da justiça e da paz com que Deus sonhou para todos, sem exceção. Ante a proposta de Deus, podemos assumir o “sim” a Deus e colaborar com Ele, ou escolher sendas de egoísmo, de comodismo, de isolamento, demitindo-nos do compromisso que Deus nos pede. A Palavra de Deus exorta-nos ao compromisso sério e coerente com Deus, assumido no batismo – compromisso que signifique empenho real e exigente na construção do Mundo novo, de justiça, de fraternidade, de paz. Porém, não basta dizê-lo: urge cumprir, mesmo que outrora se tenha dito “não”.

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Na primeira leitura (Ez 18,25-28), o “profeta da esperança” convida os exilados na Babilónia a comprometerem-se, séria e consequentemente, com Deus, sem rodeios, sem evasivas, sem subterfúgios. O crente deve tomar consciência das consequências do seu compromisso com Deus e viver, coerentemente, as implicações da sua adesão a Javé e à Aliança.

Ezequiel, que integrou a primeira leva de exilados que, em 597 a.C., Nabucodonosor deportou para a Babilónia, foi chamado por Deus a profetizar em 593 a.C., passando a desfazer as falsas esperanças dos exilados (convictos de que o exílio seria breve) e a denunciar a multiplicação das infidelidades a Javé por parte dos membros do Povo judeu que escaparam ao primeiro exílio. A segunda fase do seu ministério desenrolou-se a partir de 586 a.C., aquando da segunda deportação para a Babilónia, e estendeu-se até cerca de 570 a.C. Instalados em terra estrangeira, privados de Templo, de sacerdócio e de culto, os exilados, desiludidos, duvidavam do compromisso de Javé para com o Povo, mas Ezequiel insistia em alimentar a esperança dos exilados e em transmitir-lhes a certeza de que o Deus libertador não os esquecera.

Até então, Israel refletia a sua relação com Deus em termos coletivos e não individuais, ou seja, considerava que a Aliança tinha sido feita, não com cada israelita, mas com a comunidade. Assim, a infidelidade de uns (inclusive os antepassados) trazia sofrimento e morte a toda a comunidade; e a fidelidade de outros (inclusive os antepassados) era fonte de vida e de bênção para todos. Os exilados liam, à luz desta mentalidade teológica, o drama caído sobre eles. Acreditavam que eram justos e bons, mas que expiavam os pecados de toda a nação.

Na verdade, os membros do Povo de Deus exilados na Babilónia não podem presumir de justos e de inocentes, visto que todos, sem exceção, são responsáveis por atitudes de infidelidade a Javé e de desrespeito pelos mandamentos. Por isso, não faz sentido os exilados acusarem Javé de injusto, após terem violado, sistematicamente, a aliança e terem cometido tantos pecados e infidelidades. Além disso, Israel não pode esconder-se atrás da responsabilidade coletiva, que implica todos, mas não responsabiliza ninguém. Assim, cada crente deve sentir-se, pessoalmente, responsável ante Deus pelas suas ações e pelos compromissos assumidos no âmbito da Aliança. Cada um tem de descobrir que, ao fazer a escolha errada e ao obstinar-se nela, sofrerá as consequências; e que, ao abandonar as vias do egoísmo e do pecado e ao optar por Deus e pelos seus valores, encontrará a vida.

Não obstante, o pecado de um membro da comunidade afeta os outros irmãos, membros da mesma comunidade, pois introduz elementos de desequilíbrio, de desarmonia, de egoísmo, de rutura, que atingem todos. Porém, Ezequiel sublinha a responsabilidade pessoal de cada um perante Deus, pelas suas opções e pelos seus atos. A superação da responsabilidade mentalidade coletiva, em prol da individual, é um dos grandes progressos na História teológica de Israel. Está aberto o caminho a uma Nova Aliança, não feita, genericamente, com a comunidade, mas uma Aliança pessoal e interior, feita com cada crente, que valoriza a pessoa, na comunidade, em vez da massa. Deus não se cansa de nos dar novas oportunidades.

Assim, o profeta, contra quem diz que o procedimento de Deus é injusto, garante que o modo de proceder, invejoso e presunçoso, dos homens é que é injusto. E, como porta-voz do Senhor, sentencia: “Se o justo vier a praticar o mal e vier a morrer, morrerá por causa dele; e, se o pecador se afastar do mal cometido e praticar o direito e a justiça, salvar-se-á.”

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O Evangelho (Mt 21,28-32) diz como se concretiza o compromisso do crente com Deus. O “sim” a Deus não é declaração de boas intenções, sem implicação prática, mas é compromisso firme, coerente e sério com o Reino, com os seus valores, com o seguimento de Jesus. O verdadeiro crente não é quem dá boa impressão, fingindo respeitar as regras e que tem comportamento irrepreensível, segundo as convenções sociais, mas o que faz a vontade de Deus.

O trecho em apreço situa-nos em Jerusalém, na etapa final da caminhada terrena de Jesus. Pouco antes, Jesus entrara em Jerusalém, recebido em triunfo pela multidão. Porém, o entusiasmo inicial foi sendo substituído pela recusa categórica em acolher Jesus e o seu projeto. Os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo aparecem como o motor da oposição a Jesus. Não estão dispostos a reconhecê-Lo como o Messias de Deus e a aceitar que Ele tenha mandato de Deus para propor aos homens a nova realidade do Reino. Há uma tensão, que anuncia a iminência da paixão e da morte de Jesus.

A parábola do pai e dos seus dois filhos, uma das três com que Jesus rebate a oposição dos chefes religiosos, ilustra duas atitudes diversas diante dos reptos de Deus. O primeiro filho foi convidado pelo pai a trabalhar na vinha. A sua resposta foi negativa: “Não quero.” Trata-se de resposta totalmente reprovável, porque uma atitude destas ia contra todas as convenções sociais. Enchia um pai de vergonha e punha em causa a sua autoridade diante dos familiares, dos amigos, dos vizinhos. Porém, este filho reconsiderou e foi trabalhar na vinha. O segundo filho, face ao mesmo convite, respondeu: “Vou, sim, senhor.” Deu ao pai resposta satisfatória. Ficou bem visto diante de todos, que o consideraram um filho exemplar. Porém, não foi trabalhar na vinha.

A resposta à questão de Jesus – “Qual dos dois fez a vontade do pai?” – é tão óbvia que os próprios interlocutores de Jesus não têm qualquer pejo em a dar: “O primeiro.”


A parábola ensina que, na lógica de Deus, o importante não é quem se comportou bem e não escandalizou os outros, mas cumprir, realmente, a vontade do pai. Na perspetiva de Deus, não bastam palavras bonitas ou declarações de boas intenções, mas é necessária a resposta adequada e coerente aos desafios e às propostas do Pai (Deus).

Os fariseus, os sacerdotes, os anciãos do Povo, disseram “sim” a Deus, ao aceitarem a Lei de Moisés. A sua atitude – como a do filho que disse “sim” e, depois, não foi trabalhar para a vinha – foi irrepreensível do ponto de vista das convenções, mas, na linha do cumprimento da vontade de Deus, foi uma mentira, porque se recusaram a acolher o convite de João à conversão. Em contraponto, os que, de acordo com o “política e religiosamente correto”, disseram “não” (por exemplo, os cobradores de impostos e as prostitutas), cumpriram a vontade do Pai: acolheram o convite de João à conversão e acolheram a proposta de Jesus sobre o Reino.

Lida no contexto do ministério de Jesus, a parábola deu a resposta aos que O acusavam de acolher os pecadores e os marginais – isto é, os que, de acordo com as convenções, disseram não a Deus. Jesus deixa claro que, na lógica de Deus, não interessam as convenções externas, mas a atitude interior. O que honra a Deus não é o que cumpre ritos externos e que dá boa impressão às massas, mas o que faz, a sério, a vontade de Deus.

Mais tarde, a comunidade mateana leu a parábola na perspetiva da iluminação da recusa do Evangelho, por parte dos judeus, e do seu acolhimento por parte dos pagãos. Israel seria o filho que aceitou trabalhar na vinha, mas, na realidade, não cumpriu a vontade do Pai; os pagãos seriam o filho que, aparentemente, esteve sempre à margem do desígnio do Pai, mas aceitou o Evangelho de Jesus e aderiu ao Reino.

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A segunda leitura (Fl 2,1-11) expõe aos cristãos o exemplo de Cristo que, apesar de ser Filho de Deus, não afirmou, com arrogância e com orgulho a sua condição divina, mas assumiu a fragilidade humana, fazendo-se servidor dos homens, para nos ensinar a suprema lição do amor, do serviço, da entrega total da vida por amor. Os cristãos são chamados por Deus a seguir Jesus e a viver do mesmo jeito, na entrega total ao Pai e aos seus projetos.

A comunidade cristã de Filipos foi fundada por Paulo no verão de 49, no decurso da sua segunda viagem missionária. Numa das estadias de Paulo na prisão, a comunidade enviou um dos seus membros para o ajudar e generosa quantia em dinheiro para prover às necessidades do apóstolo. Contudo, apesar de viva, piedosa e generosa, não era uma comunidade perfeita. O desprendimento, a humildade, a simplicidade, não eram valores demasiado apreciados entre os altivos patrícios romanos que compunham a comunidade.

É neste enquadramento que surge o trecho em referência. Na sua primeira parte (vv. 1-5), em prosa, contém recomendações concretas de Paulo aos Filipenses acerca dos valores que devem cultivar; na segunda (vv. 6-11), em poesia, apresenta o exemplo de Cristo (tratar-se-á de um hino pré-paulino, recitado nas celebrações litúrgicas cristãs).

Na primeira parte, o apóstolo pede aos altivos romanos que constituem a comunidade de Filipos que renunciem ao orgulho, à autossuficiência, à vaidade e à ambição, que provocam egoísmo e divisão; e que vivam unidos, que se amem e que sejam solidários, pois foi isso que Jesus, não só com palavras, mas com a própria vida, ensinou aos discípulos.

Na segunda parte, Paulo refere, com mais pormenor, o exemplo de Cristo. Para apresentar esse exemplo, recorre ao hino litúrgico, que celebrava a “Kenosis” (“despojamento”) de Cristo e a sua exaltação. Cristo Jesus – nomeado no princípio, no meio e no fim – constitui o motivo do hino. Porque os Filipenses são cristãos, isto é, dado que Cristo é o protótipo a cuja imagem estão configurados, têm a iniludível obrigação de se comportarem como Cristo.

O hino alude, subtilmente, ao contraste entre Adão, o homem que reivindicou ser como Deus e lhe desobedeceu, e Cristo, o Homem Novo que ao orgulho e à revolta de Adão responde com a humildade e a obediência ao Pai. A atitude de Adão trouxe fracasso e morte; a atitude de Jesus trouxe exaltação e vida.

O hino define, pois, o “despojamento” (“kenosis”) de Cristo, que não afirmou, com arrogância e com orgulho, a sua condição divina, mas aceitou fazer-Se homem, assumindo, com humildade, a condição humana, para servir, para dar a vida, para revelar, totalmente, aos homens o ser e o amor do Pai. Não deixou de ser Deus; mas aceitou descer até aos homens, fazer-Se servidor dos homens, para garantir vida nova para eles. Esse “abaixamento” assumiu foros de escândalo: Ele aceitou uma morte infamante – a morte de cruz – para nos ensinar a suprema lição do serviço, do amor radical, da entrega total da vida. Todavia, a entrega completa ao plano do Pai não foi perda, nem fracasso: a obediência e a entrega de Cristo ao desígnio do Pai resultaram em ressurreição e em glória. Em consequência da obediência, do amor, da entrega, Deus fez d’Ele o “Kýrios” (“Senhor” – nome que, no Antigo Testamento, substituía o nome impronunciável de Deus); e a Humanidade inteira (“os Céus, a Terra e os Infernos”) reconhece Jesus como “o Senhor” que reina sobre toda a Terra e que preside à história.

É óbvio o apelo à humildade, ao desprendimento, ao dom da vida que Paulo faz aos Filipenses: o cristão deve ter como exemplo Cristo, servo sofredor e humilde, que fez da sua vida dom a todos, num caminho que não leva ao aniquilamento, mas à glorificação, à vida plena. O crente deve ter, sempre, os sentimentos e as atitudes de Cristo, o Senhor.

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É justo cantar a misericórdia e apreciar a sua pedagogia:

“Lembrai-Vos, Senhor, da vossa misericórdia.”

“Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos, / ensinai-me as vossas veredas. / Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me, / porque Vós sois Deus, meu Salvador: * em vós espero sempre.

“Lembrai-Vos, Senhor, das vossas misericórdias e das vossas graças que são eternas. / Não recordeis as minhas faltas e os pecados da minha juventude. / Lembrai-Vos, Senhor, de mim segundo a vossa clemência, / por causa da vossa bondade, Senhor.

“O Senhor é bom e reto, / ensina o caminho aos pecadores. / Orienta os humildes na justiça /
e dá-lhes a conhecer os seus caminhos.”

“Aleluia. Aleluia. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, diz o Senhor; / Eu conheço-as e elas seguem-Me.”

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No santuário de Lourdes, perante tantos peregrinos “reunidos na casa da nossa Mãe”, aos quais saudou, o Papa Leão XIV viu o rosto universal da Igreja, fez votos por que aquela peregrinação “reavive a chama da fé” nos lares e nas paróquias e pediu que levassem o consolo de Lourdes aos vizinhos, aos familiares e a todo o povo.

Vincando que a liturgia desta dominga aborda o centro da mensagem que Maria confiou a Santa Bernardete, um convite à conversão, “terno e urgente”, referiu que “Jesus lança um olhar de verdade e de profunda tristeza sobre os corações”, porque “Deus não quer a perdição dos seus filhos”, e que Ezequiel recorda as divergentes consequências da relação do justo com o pecado em que incorre e da do pecador com à prática da justiça. Efetivamente, “Deus deseja que o homem viva, que abra os olhos e volte para Ele”, o que postula o abandono dos caminhos do erro, em prol do seguimento do Caminho da Vida.

Jesus não mede as palavras, ao exortar à penitência (“Se não vos converterdes, perecereis todos” – Lc 13,5), mas alarga o horizonte da vida terrena ao da vida eterna. Enquanto a felicidade na Terra é efémera e inacessível a alguns, a verdadeira felicidade é prometida a todos, na esperança, e deve ser o principal objeto da nossa busca.

Neste momento da História, numa sociedade em busca de progresso e de bem-estar material, mas tentada a esquecer a eternidade, Maria lembra-nos a grandeza e a amplitude da nossa vocação para a vida eterna. Ante as atuais correntes que procuram redefinir o valor da vida humana, face à doença, ao sofrimento ou à velhice, a Gruta de Massabielle ergue-se como santuário da esperança cristã, no qual “nenhuma fragilidade é rejeitada”. E Lourdes é o lugar abençoado de uma profissão de fé na beleza e na sacralidade da vida, pois aqui ela é acolhida como precioso dom de Deus e chamada a desabrochar para a eternidade no amor do Pai.

A promessa da vida eterna por Maria a Bernardete é sólida e certa, é a que o Senhor nos faz, pois obteve-a, para nós, através da sua morte na cruz e da sua ressurreição, e já a realiza, todos os dias, em nós, pela graça do batismo. Está ao nosso alcance, mas cabe-nos acolhê-la, livremente, e não lhe colocar obstáculos. Ora, o único obstáculo ao amor é o pecado, o fechamento em si mesmo, que nos aprisiona nas nossas trevas. Está, portanto, em jogo a nossa responsabilidade pessoal, que é grande. Deus quis-nos livres, pois a liberdade é condição do amor: não se ama por obrigação. E a liberdade que nos é outorgada deve ser traduzida num “sim” a Cristo e, com a ajuda da Sua graça, no seguimento dos passos de Maria; um “sim” incessantemente renovado até ao nosso último suspiro: “agora e na hora da nossa morte”.

Encontramos o insistente apelo à conversão nas palavras de Maria: “Penitência! Penitência! Penitência!”. Ela convida Bernardete a realizar alguns gestos, porque somos lentos a compreender, porque, demasiado facilmente, nos consideramos isentos de pecado, porque não praticamos suficientemente a penitência. Ora, a Virgem pede-nos que façamos a penitência, por nós, que precisamos dela, “pelos pecadores”, por um Mundo que vai mal. Os nossos corações são interpelados pelos conflitos cada vez mais generalizados, que destroem tantas vidas inocentes. E o mal da nossa época provém do coração do homem. Deus não é responsável por ele: “É o meu modo de agir que não é justo? – pergunta Ele aos filhos de Israel –, Ou é o vosso que o não é?” São os corações dos homens que precisam de mudar, desde logo, o nosso.

“A penitência é obra suscitada pelo amor em solidariedade com a humanidade: amor a Deus, cuja ferida no Coração, causada pelos nossos pecados, queremos reparar; amor por todos os nossos irmãos, os homens que não ouvem o apelo à conversão e cujas faltas os levam à morte. Esta exigência de conversão envolve a Igreja na sua peregrinação terrena. Ela deve ter a coragem de viver essa conversão, em primeiro lugar. Para curar as feridas profundas, as infidelidades e os dolorosos desvios cometidos no seu seio, devemos submeter-nos, humildemente, ao olhar purificador do Senhor. Reconhecer os nossos erros é indispensável para o nosso progresso espiritual, como escreveu Santo Agostinho: ‘Que te desagrade sempre o que és, se queres alcançar o que ainda não és’ (Sermo 169, 15.18)”, discorre leão XIV.

O apelo da Mãe ao nosso dever de oração e de conversão enche-nos de esperança, pois Ela indica-nos o meio de mudar o curso das coisas, meio que é a nossa associação à paixão de Cristo. Aos tão numerosos doentes em Lourdes, que conhecem o sofrimento, é-lhes possível viverem as dores e aflições em espírito de oferta, para entrarem no caminho redentor de que o Mundo necessita. Por isso, estão no coração da Igreja, com insubstituível papel.

Por fim, Leão XIV exortou a que todos os peregrinos partam como missionários da esperança. A Virgem Maria cura os nossos olhares e transfigura os nossos corações, dando-lhes a paz. “Sede testemunhas ativas desta força e desta ternura divinas, que nos permitem continuar o caminho e alcançar a meta, nos vossos países, dioceses e famílias. […] Não temais as tempestades do Mundo: a Santa Mãe de Deus vigia sobre o vosso caminho, envolve a Igreja no seu manto de ternura e, como Estrela radiosa da manhã, guia os vossos passos para vos gerar, com alegria, na própria vida do seu Filho Jesus”, desenvolveu o Pontífice.

2026.09.27 – Louro de Carvalho


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