A
liturgia do 26.º domingo do Tempo Comum, no Ano A, mostra que Deus chama todos
a empenharem-se na construção da justiça e da paz com que Deus sonhou para
todos, sem exceção. Ante a proposta de Deus, podemos assumir o “sim” a Deus e
colaborar com Ele, ou escolher sendas de egoísmo, de comodismo, de isolamento,
demitindo-nos do compromisso que Deus nos pede. A Palavra de Deus exorta-nos ao
compromisso sério e coerente com Deus, assumido no batismo – compromisso que
signifique empenho real e exigente na construção do Mundo novo, de justiça, de
fraternidade, de paz. Porém, não basta dizê-lo: urge cumprir, mesmo que outrora
se tenha dito “não”.
***
Na
primeira leitura (Ez 18,25-28), o “profeta da esperança” convida os
exilados na Babilónia a comprometerem-se, séria e consequentemente, com Deus,
sem rodeios, sem evasivas, sem subterfúgios. O crente deve tomar consciência
das consequências do seu compromisso com Deus e viver, coerentemente, as
implicações da sua adesão a Javé e à Aliança.
Ezequiel,
que integrou a primeira leva de exilados que, em 597 a.C., Nabucodonosor
deportou para a Babilónia, foi chamado por Deus a profetizar em 593 a.C.,
passando a desfazer as falsas esperanças dos exilados (convictos de que o
exílio seria breve) e a denunciar a multiplicação das infidelidades a Javé por
parte dos membros do Povo judeu que escaparam ao primeiro exílio. A segunda
fase do seu ministério desenrolou-se a partir de 586 a.C., aquando da segunda
deportação para a Babilónia, e estendeu-se até cerca de 570 a.C. Instalados em
terra estrangeira, privados de Templo, de sacerdócio e de culto, os exilados,
desiludidos, duvidavam do compromisso de Javé para com o Povo, mas Ezequiel insistia
em alimentar a esperança dos exilados e em transmitir-lhes a certeza de que o
Deus libertador não os esquecera.
Até
então, Israel refletia a sua relação com Deus em termos coletivos e não
individuais, ou seja, considerava que a Aliança tinha sido feita, não com cada
israelita, mas com a comunidade. Assim, a infidelidade de uns (inclusive os
antepassados) trazia sofrimento e morte a toda a comunidade; e a fidelidade de
outros (inclusive os antepassados) era fonte de vida e de bênção para todos. Os
exilados liam, à luz desta mentalidade teológica, o drama caído sobre eles. Acreditavam
que eram justos e bons, mas que expiavam os pecados de toda a nação.
Na
verdade, os membros do Povo de Deus exilados na Babilónia não podem presumir de
justos e de inocentes, visto que todos, sem exceção, são responsáveis por
atitudes de infidelidade a Javé e de desrespeito pelos mandamentos. Por isso,
não faz sentido os exilados acusarem Javé de injusto, após terem violado,
sistematicamente, a aliança e terem cometido tantos pecados e infidelidades. Além
disso, Israel não pode esconder-se atrás da responsabilidade coletiva, que
implica todos, mas não responsabiliza ninguém. Assim, cada crente deve sentir-se,
pessoalmente, responsável ante Deus pelas suas ações e pelos compromissos
assumidos no âmbito da Aliança. Cada um tem de descobrir que, ao fazer a escolha
errada e ao obstinar-se nela, sofrerá as consequências; e que, ao abandonar as
vias do egoísmo e do pecado e ao optar por Deus e pelos seus valores,
encontrará a vida.
Não
obstante, o pecado de um membro da comunidade afeta os outros irmãos, membros
da mesma comunidade, pois introduz elementos de desequilíbrio, de desarmonia,
de egoísmo, de rutura, que atingem todos. Porém, Ezequiel sublinha a
responsabilidade pessoal de cada um perante Deus, pelas suas opções e pelos
seus atos. A superação da responsabilidade mentalidade coletiva, em prol da individual,
é um dos grandes progressos na História teológica de Israel. Está aberto o
caminho a uma Nova Aliança, não feita, genericamente, com a comunidade, mas uma
Aliança pessoal e interior, feita com cada crente, que valoriza a pessoa, na
comunidade, em vez da massa. Deus não se cansa de nos dar novas oportunidades.
Assim,
o profeta, contra quem diz que o procedimento de Deus é injusto, garante que o
modo de proceder, invejoso e presunçoso, dos homens é que é injusto. E, como
porta-voz do Senhor, sentencia: “Se o justo vier a praticar o mal e vier a
morrer, morrerá por causa dele; e, se o pecador se afastar do mal cometido e
praticar o direito e a justiça, salvar-se-á.”
***
O
Evangelho (Mt 21,28-32) diz como se concretiza o compromisso do crente
com Deus. O “sim” a Deus não é declaração de boas intenções, sem implicação
prática, mas é compromisso firme, coerente e sério com o Reino, com os seus
valores, com o seguimento de Jesus. O verdadeiro crente não é quem dá boa
impressão, fingindo respeitar as regras e que tem comportamento irrepreensível,
segundo as convenções sociais, mas o que faz a vontade de Deus.
O
trecho em apreço situa-nos em Jerusalém, na etapa final da caminhada terrena de
Jesus. Pouco antes, Jesus entrara em Jerusalém, recebido em triunfo pela
multidão. Porém, o entusiasmo inicial foi sendo substituído pela recusa
categórica em acolher Jesus e o seu projeto. Os chefes dos sacerdotes e os
anciãos do povo aparecem como o motor da oposição a Jesus. Não estão dispostos
a reconhecê-Lo como o Messias de Deus e a aceitar que Ele tenha mandato de Deus
para propor aos homens a nova realidade do Reino. Há uma tensão, que anuncia a iminência
da paixão e da morte de Jesus.
A
parábola do pai e dos seus dois filhos, uma das três com que Jesus rebate a
oposição dos chefes religiosos, ilustra duas atitudes diversas diante dos reptos
de Deus. O primeiro filho foi convidado pelo pai a trabalhar na vinha. A sua
resposta foi negativa: “Não quero.” Trata-se de resposta totalmente reprovável,
porque uma atitude destas ia contra todas as convenções sociais. Enchia um pai
de vergonha e punha em causa a sua autoridade diante dos familiares, dos
amigos, dos vizinhos. Porém, este filho reconsiderou e foi trabalhar na vinha. O
segundo filho, face ao mesmo convite, respondeu: “Vou, sim, senhor.” Deu ao pai
resposta satisfatória. Ficou bem visto diante de todos, que o consideraram um
filho exemplar. Porém, não foi trabalhar na vinha.
A
resposta à questão de Jesus – “Qual dos dois fez a vontade do pai?” – é tão
óbvia que os próprios interlocutores de Jesus não têm qualquer pejo em a dar: “O
primeiro.”
Os
fariseus, os sacerdotes, os anciãos do Povo, disseram “sim” a Deus, ao aceitarem
a Lei de Moisés. A sua atitude – como a do filho que disse “sim” e, depois, não
foi trabalhar para a vinha – foi irrepreensível do ponto de vista das
convenções, mas, na linha do cumprimento da vontade de Deus, foi uma mentira, porque
se recusaram a acolher o convite de João à conversão. Em contraponto, os que,
de acordo com o “política e religiosamente correto”, disseram “não” (por
exemplo, os cobradores de impostos e as prostitutas), cumpriram a vontade do
Pai: acolheram o convite de João à conversão e acolheram a proposta de Jesus
sobre o Reino.
Lida
no contexto do ministério de Jesus, a parábola deu a resposta aos que O
acusavam de acolher os pecadores e os marginais – isto é, os que, de acordo com
as convenções, disseram não a Deus. Jesus deixa claro que, na lógica de Deus,
não interessam as convenções externas, mas a atitude interior. O que honra a
Deus não é o que cumpre ritos externos e que dá boa impressão às massas, mas o
que faz, a sério, a vontade de Deus.
Mais
tarde, a comunidade mateana leu a parábola na perspetiva da iluminação da
recusa do Evangelho, por parte dos judeus, e do seu acolhimento por parte dos
pagãos. Israel seria o filho que aceitou trabalhar na vinha, mas, na realidade,
não cumpriu a vontade do Pai; os pagãos seriam o filho que, aparentemente,
esteve sempre à margem do desígnio do Pai, mas aceitou o Evangelho de Jesus e
aderiu ao Reino.
***
A
segunda leitura (Fl 2,1-11) expõe aos cristãos o exemplo de Cristo que,
apesar de ser Filho de Deus, não afirmou, com arrogância e com orgulho a sua
condição divina, mas assumiu a fragilidade humana, fazendo-se servidor dos
homens, para nos ensinar a suprema lição do amor, do serviço, da entrega total
da vida por amor. Os cristãos são chamados por Deus a seguir Jesus e a viver do
mesmo jeito, na entrega total ao Pai e aos seus projetos.
A
comunidade cristã de Filipos foi fundada por Paulo no verão de 49, no decurso
da sua segunda viagem missionária. Numa das estadias de Paulo na prisão, a
comunidade enviou um dos seus membros para o ajudar e generosa quantia em
dinheiro para prover às necessidades do apóstolo. Contudo, apesar de viva,
piedosa e generosa, não era uma comunidade perfeita. O desprendimento, a
humildade, a simplicidade, não eram valores demasiado apreciados entre os
altivos patrícios romanos que compunham a comunidade.
É
neste enquadramento que surge o trecho em referência. Na sua primeira parte (vv.
1-5), em prosa, contém recomendações concretas de Paulo aos Filipenses acerca
dos valores que devem cultivar; na segunda (vv. 6-11), em poesia, apresenta
o exemplo de Cristo (tratar-se-á de um hino pré-paulino, recitado nas
celebrações litúrgicas cristãs).
Na
primeira parte, o apóstolo pede aos altivos romanos que constituem a comunidade
de Filipos que renunciem ao orgulho, à autossuficiência, à vaidade e à ambição,
que provocam egoísmo e divisão; e que vivam unidos, que se amem e que sejam
solidários, pois foi isso que Jesus, não só com palavras, mas com a própria
vida, ensinou aos discípulos.
Na
segunda parte, Paulo refere, com mais pormenor, o exemplo de Cristo. Para
apresentar esse exemplo, recorre ao hino litúrgico, que celebrava a “Kenosis”
(“despojamento”) de Cristo e a sua exaltação. Cristo Jesus – nomeado no
princípio, no meio e no fim – constitui o motivo do hino. Porque os Filipenses
são cristãos, isto é, dado que Cristo é o protótipo a cuja imagem estão
configurados, têm a iniludível obrigação de se comportarem como Cristo.
O
hino alude, subtilmente, ao contraste entre Adão, o homem que reivindicou ser
como Deus e lhe desobedeceu, e Cristo, o Homem Novo que ao orgulho e à revolta
de Adão responde com a humildade e a obediência ao Pai. A atitude de Adão
trouxe fracasso e morte; a atitude de Jesus trouxe exaltação e vida.
O
hino define, pois, o “despojamento” (“kenosis”) de Cristo, que não afirmou, com
arrogância e com orgulho, a sua condição divina, mas aceitou fazer-Se homem,
assumindo, com humildade, a condição humana, para servir, para dar a vida, para
revelar, totalmente, aos homens o ser e o amor do Pai. Não deixou de ser Deus;
mas aceitou descer até aos homens, fazer-Se servidor dos homens, para garantir
vida nova para eles. Esse “abaixamento” assumiu foros de escândalo: Ele aceitou
uma morte infamante – a morte de cruz – para nos ensinar a suprema lição do
serviço, do amor radical, da entrega total da vida. Todavia, a entrega completa
ao plano do Pai não foi perda, nem fracasso: a obediência e a entrega de Cristo
ao desígnio do Pai resultaram em ressurreição e em glória. Em consequência da
obediência, do amor, da entrega, Deus fez d’Ele o “Kýrios” (“Senhor” – nome
que, no Antigo Testamento, substituía o nome impronunciável de Deus); e a Humanidade
inteira (“os Céus, a Terra e os Infernos”) reconhece Jesus como “o Senhor” que
reina sobre toda a Terra e que preside à história.
É
óbvio o apelo à humildade, ao desprendimento, ao dom da vida que Paulo faz aos
Filipenses: o cristão deve ter como exemplo Cristo, servo sofredor e humilde,
que fez da sua vida dom a todos, num caminho que não leva ao aniquilamento, mas
à glorificação, à vida plena. O crente deve ter, sempre, os sentimentos e as
atitudes de Cristo, o Senhor.
***
É
justo cantar a misericórdia e apreciar a sua pedagogia:
“Lembrai-Vos,
Senhor, da vossa misericórdia.”
“Mostrai-me,
Senhor, os vossos caminhos, / ensinai-me as vossas veredas. / Guiai-me na vossa
verdade e ensinai-me, / porque Vós sois Deus, meu Salvador: * em vós espero
sempre.
“Lembrai-Vos,
Senhor, das vossas misericórdias e das vossas graças que são eternas. / Não
recordeis as minhas faltas e os pecados da minha juventude. / Lembrai-Vos,
Senhor, de mim segundo a vossa clemência, / por causa da vossa bondade, Senhor.
“Aleluia.
Aleluia. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, diz o Senhor; / Eu conheço-as e
elas seguem-Me.”
***
No
santuário de Lourdes, perante tantos peregrinos “reunidos na casa da nossa Mãe”,
aos quais saudou, o Papa Leão XIV viu o rosto universal da Igreja, fez votos
por que aquela peregrinação “reavive a chama da fé” nos lares e nas paróquias e
pediu que levassem o consolo de Lourdes aos vizinhos, aos familiares e a todo o
povo.
Vincando
que a liturgia desta dominga aborda o centro da mensagem que Maria confiou a Santa
Bernardete, um convite à conversão, “terno e urgente”, referiu que “Jesus lança
um olhar de verdade e de profunda tristeza sobre os corações”, porque “Deus não
quer a perdição dos seus filhos”, e que Ezequiel recorda as divergentes consequências
da relação do justo com o pecado em que incorre e da do pecador com à prática
da justiça. Efetivamente, “Deus deseja que o homem viva, que abra os olhos e
volte para Ele”, o que postula o abandono dos caminhos do erro, em prol do seguimento
do Caminho da Vida.
Jesus
não mede as palavras, ao exortar à penitência (“Se não vos converterdes,
perecereis todos” – Lc 13,5), mas alarga o horizonte da vida terrena ao
da vida eterna. Enquanto a felicidade na Terra é efémera e inacessível a
alguns, a verdadeira felicidade é prometida a todos, na esperança, e deve ser o
principal objeto da nossa busca.
Neste
momento da História, numa sociedade em busca de progresso e de bem-estar
material, mas tentada a esquecer a eternidade, Maria lembra-nos a grandeza e a
amplitude da nossa vocação para a vida eterna. Ante as atuais correntes que
procuram redefinir o valor da vida humana, face à doença, ao sofrimento ou à
velhice, a Gruta de Massabielle ergue-se como santuário da esperança cristã, no
qual “nenhuma fragilidade é rejeitada”. E Lourdes é o lugar abençoado de uma
profissão de fé na beleza e na sacralidade da vida, pois aqui ela é acolhida
como precioso dom de Deus e chamada a desabrochar para a eternidade no amor do
Pai.
A
promessa da vida eterna por Maria a Bernardete é sólida e certa, é a que o
Senhor nos faz, pois obteve-a, para nós, através da sua morte na cruz e da sua
ressurreição, e já a realiza, todos os dias, em nós, pela graça do batismo.
Está ao nosso alcance, mas cabe-nos acolhê-la, livremente, e não lhe colocar
obstáculos. Ora, o único obstáculo ao amor é o pecado, o fechamento em si
mesmo, que nos aprisiona nas nossas trevas. Está, portanto, em jogo a nossa
responsabilidade pessoal, que é grande. Deus quis-nos livres, pois a liberdade
é condição do amor: não se ama por obrigação. E a liberdade que nos é outorgada
deve ser traduzida num “sim” a Cristo e, com a ajuda da Sua graça, no
seguimento dos passos de Maria; um “sim” incessantemente renovado até ao nosso
último suspiro: “agora e na hora da nossa morte”.
Encontramos
o insistente apelo à conversão nas palavras de Maria: “Penitência! Penitência!
Penitência!”. Ela convida Bernardete a realizar alguns gestos, porque somos
lentos a compreender, porque, demasiado facilmente, nos consideramos isentos de
pecado, porque não praticamos suficientemente a penitência. Ora, a Virgem
pede-nos que façamos a penitência, por nós, que precisamos dela, “pelos
pecadores”, por um Mundo que vai mal. Os nossos corações são interpelados pelos
conflitos cada vez mais generalizados, que destroem tantas vidas inocentes. E o
mal da nossa época provém do coração do homem. Deus não é responsável por ele: “É
o meu modo de agir que não é justo? – pergunta Ele aos filhos de Israel –, Ou é
o vosso que o não é?” São os corações dos homens que precisam de mudar, desde
logo, o nosso.
“A
penitência é obra suscitada pelo amor em solidariedade com a humanidade: amor a
Deus, cuja ferida no Coração, causada pelos nossos pecados, queremos reparar;
amor por todos os nossos irmãos, os homens que não ouvem o apelo à conversão e
cujas faltas os levam à morte. Esta exigência de conversão envolve a Igreja na
sua peregrinação terrena. Ela deve ter a coragem de viver essa conversão, em
primeiro lugar. Para curar as feridas profundas, as infidelidades e os
dolorosos desvios cometidos no seu seio, devemos submeter-nos, humildemente, ao
olhar purificador do Senhor. Reconhecer os nossos erros é indispensável para o
nosso progresso espiritual, como escreveu Santo Agostinho: ‘Que te desagrade
sempre o que és, se queres alcançar o que ainda não és’ (Sermo 169,
15.18)”, discorre leão XIV.
O
apelo da Mãe ao nosso dever de oração e de conversão enche-nos de esperança,
pois Ela indica-nos o meio de mudar o curso das coisas, meio que é a nossa associação
à paixão de Cristo. Aos tão numerosos doentes em Lourdes, que conhecem o
sofrimento, é-lhes possível viverem as dores e aflições em espírito de oferta,
para entrarem no caminho redentor de que o Mundo necessita. Por isso, estão no
coração da Igreja, com insubstituível papel.
Por
fim, Leão XIV exortou a que todos os peregrinos partam como missionários da
esperança. A Virgem Maria cura os nossos olhares e transfigura os nossos
corações, dando-lhes a paz. “Sede testemunhas ativas desta força e desta
ternura divinas, que nos permitem continuar o caminho e alcançar a meta, nos
vossos países, dioceses e famílias. […] Não temais as tempestades do Mundo: a
Santa Mãe de Deus vigia sobre o vosso caminho, envolve a Igreja no seu manto de
ternura e, como Estrela radiosa da manhã, guia os vossos passos para vos gerar,
com alegria, na própria vida do seu Filho Jesus”, desenvolveu o Pontífice.
2026.09.27
– Louro de Carvalho
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