A
mensagem do 30.º domingo do tempo Comum, no Ano A, insta os crentes a porem o
amor a Deus e o amor aos irmãos no centro da sua vida. É o amor a Deus que deve
enformar a experiência cristã, pois só ele leva à construção de vida repleta de
significado. Ao mesmo tempo, o amor ao próximo como a si mesmo (e o Novo
Testamento exige como Jesus nos amou) é a marca dos crentes. Porém, não de
trata de dois amores, como alguns pensam. O amor a Deus e o amor ao próximo são
semelhantes, pois têm a mesma origem, a mesma semente – em Deus, que é o amor e
a fonte de amor.
Por
isso, ora se diz que a plenitude da Lei está no amor a Deus sobre todas as
coisas e ao próximo como a si mesmo, ora se diz que está no amor ao próximo,
porque, segundo João, quem diz que ama a Deus e odeia o irmão é mentiroso e o
amor de Deus não está nele.
***
Na
primeira leitura (Ex 22,20-26), o Deus que libertou os hebreus da
escravidão do Egito e que se comprometeu com Israel numa Aliança de amor pede
ao Seu povo que edifique uma sociedade livre, justa, fraterna, solidária,
humana. Só a comunidade que defende os frágeis e desprotegidos – o estrangeiro,
o órfão, a viúva, o pobre sufocado pela ganância dos poderosos – viverá em
comunhão com Deus e dará testemunho, no Mundo, da compaixão, da misericórdia,
da bondade, da ternura, do amor de Deus.
Três
meses após terem escapado do Egito, os hebreus, conduzidos por Moisés, chegaram
ao deserto do Sinai e acamparam diante de um monte. Foi aí que celebraram uma
Aliança com Javé, o Deus que os salvara da escravidão egípcia. A Bíblia não há
indicações identificativas do monte. Em si, o nome “Sinai” não designa um
monte, mas uma enorme península triangular, com cerca de 420 quilómetros de
extensão norte/sul, estendendo-se entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho. A
norte, junto do Mediterrâneo, o Sinai apresenta uma faixa arenosa de cerca de
25 quilómetros de largura; mas, à medida que se desce para sul, o território fica
mais acidentado, com montanhas que chegam a atingir 2600 metros de altura. Tradição
cristã tardia (século IV) identifica o monte da Aliança com o Jebel Musa (o
monte de Moisés), com 2244 metros de altitude, a sul da península sinaítica, ainda
hoje, um lugar de peregrinação para judeus e para cristãos.
O
compromisso (“berit” – “Aliança”) celebrado entre Deus e Israel ficou plasmado
no Decálogo (Dez Palavras”. O Decálogo ou Dez mandamentos era o coração da
Aliança e expunha os valores fundamentais que deviam marcar o comportamento do
Povo de Deus, em relação a Javé e aos compromissos comunitários. Porém,
elencava princípios gerais e não considerava todos os casos e situações
particulares que a vida pode comportar. Foi necessário, pois, definir normas
concretas que regulassem as situações e casos da vida. Assim, os legisladores
de Israel acrescentaram ao Decálogo um heterodoxo bloco de leis, chamado
“Código da Aliança”. Embora apresentadas como ditadas por Deus a Moisés, são
leis de proveniência diversa, cuja antiguidade é discutida, mas que a maioria
dos estudiosos faz remontar ao tempo dos juízes (século XII a.C.).
O
“Código da Aliança” regula dimensões diversas da vida, desde o culto até às
relações sociais. São prescrições, disposições, indicações que solucionam
dificuldades, explicam princípios e ordenam a conduta dos homens nas situações
comuns e variáveis da existência. Nele sobressai a consciência viva de que
Israel é chamado à comunhão com Deus e um forte sentido social. Mostra um Povo
empenhado em concretizar os compromissos da Aliança na vida quotidiana e sugere
que a fé de Israel não é realidade abstrata ou fantasmagórica, mas algo vivo,
que toca cada momento e cada passo da existência. O trecho em referência é um
extrato do “Código da Aliança”, que apresenta um conjunto de leis humanitárias
destinadas à proteção dos desamparados.
Na
tradição bíblica, o estrangeiro, o órfão e a viúva integram o grupo dos mais
desamparados, mas há outra categoria: o pobre que foi obrigado a pedir dinheiro
emprestado. São todos eles pessoas em situação de grande vulnerabilidade,
quanto à proteção jurídica, ao enquadramento social e ao estatuto económico.
O
estrangeiro é o deslocado da sua terra, por causa da guerra, da fome ou de conflitos.
Obrigado a deixar a terra e o quadro de relações, atirado para ambiente
cultural e social estranho, é um desenraizado. As leis da terra onde se refugiou
nem sempre protegem os seus direitos e dignidade. A sua debilidade é
aproveitada por pessoas sem escrúpulos que o exploram, o escravizam e contra
ele cometem as maiores injustiças. O “Código da Aliança” exige aos israelitas
que não prejudiquem nem oprimam o estrangeiro que reside dentro das suas
fronteiras, porque também eles foram imigrantes em terra estrangeira, de onde
foram salvos pela ação libertadora de Deus. E Deus, como Israel viu, não
suporta a exploração e a injustiça. Por isso, a Aliança que celebraram com Javé
obriga-os a não perpetuarem a cadeia de maldade que Deus abomina.
O
órfão e a viúva integram a categoria das vítimas dos abusos dos poderosos. Sem
defesa, ante as arbitrariedades dos mais fortes, vítimas de toda a espécie de
injustiças, ignorados pelos juízes e pelos dirigentes, têm em Javé o único
defensor. O “Código da Aliança” avisa que Deus escutará o seu grito; virá em
sua defesa e não deixará impunes os que os maltratarem.
O
pobre que pede dinheiro emprestado é, muitas vezes, o camponês arruinado por
anos de más colheitas, que tem de pedir dinheiro para pagar as dívidas, para
liquidar os impostos e para sustentar a família. A sua extrema necessidade é
explorada pelos usurários e pelos especuladores, que o obrigam a deixar como
penhor os bens mais básicos, incluindo a capa com que se cobre. Sufocado pelos
altos juros, o pobre perde tudo e fica na miséria. O “Código da aliança” estipula
que o pobre que pede dinheiro não deve ser sobrecarregado com juros
exorbitantes e deve reaver, rapidamente, os bens que teve de entregar como
penhor, pois o Deus misericordioso exige que o seu povo conheça o significado
da misericórdia e que aja com misericórdia.
Estas
leis de proteção dos desamparados têm motivação teológica: o Deus da Aliança é
compassivo, misericordioso e bom e não pactua com a injustiça, com a violência,
com a exploração. Quem quiser comprometer-se com Deus, fazer parte do povo de
Deus, escrever com Deus a saga de comunhão e de Aliança, tem de viver a lógica
da misericórdia e da compaixão. Os mais frágeis, os mais desamparados são o
lugar onde Deus se manifesta. Quem não conhece a misericórdia não conhece Deus;
e quem acolhe o desamparado, acolhe e abraça Deus.
***
No
Evangelho (Mt 22,34-40) Jesus indica, aos fariseus que o questionam nos
átrios do templo de Jerusalém, qual é a raiz e o núcleo central de todos os
mandamentos: amar a Deus com todo o coração, com toda a alma, com todo o
espírito e amar o próximo como a si mesmo. O fundamental é e será sempre o
amor. Neste mandamento está resumida toda a revelação de Deus.
Jesus,
em Jerusalém, acompanhado pelos discípulos, passa os dias, no templo, a ensinar
todos os que vêm ter com Ele, dispostos a ouvir a proposta do reino de Deus. Ao
invés, os líderes religiosos judaicos aproveitam todas as oportunidades para O questionarem.
A decisão está tomada, há muito: a proposta de Jesus não vem de Deus, pelo que deve
ser rejeitada; e Jesus tem de ser silenciado, porque ameaça a religião e a
ordem social. Portanto, os dirigentes da nação preparam-se para O prenderem, O levarem
a tribunal, O condenarem, de forma exemplar.
É
neste cenário que Mateus situa três controvérsias entre Jesus e os chefes
religiosos, que são, armadilhas para O apanharem em falso, ou seja, levá-Lo a asserções
a usar contra Ele em tribunal. Depois das controvérsias sobre o tributo a César
e sobre a ressurreição dos mortos, chega a controvérsia sobre o maior
mandamento da Lei. É esta que o Evangelho desta dominga nos apresenta. Ao
perguntarem-Lhe qual é o maior mandamento da Lei, os fariseus procuram mostrar
que Jesus não sabe interpretar a Lei, pelo que não é digno de crédito.
Era
questão pertinente e objeto de intermináveis debates entre os fariseus e os
doutores da Lei. O acervo de leis, nos textos judaicos sagrados, era imenso.
Incluía o “Decálogo”, o “Código da Aliança”, a “Lei da santidade”, o “Código
deuteronómico, o “Dodecálogo siquemita” e muitos outros mandamentos e
proibições espalhados por todo o Pentateuco. Os mestres judaicos, na
preocupação de exporem a Lei de forma clara, compendiaram todo o material
legalista num conjunto de 613 preceitos, dos quais 365 (quantos os dias do ano
comum) eram proibições e 248 (quantos os membros do corpo humano, no
entendimento rabínico) eram ações a praticar. Esta multiplicação dos preceitos suscitava
a questão da prioridade, tendo cada mestre a sua perspetiva. É nesse debate que
os fariseus querem envolver Jesus “para O experimentarem”.
Jesus
responde à pergunta ardilosa do fariseu citando as primeiras palavras do “Shema’
Israel”, a grande afirmação de fé que todo o judeu recitava no início e no
final do dia: “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a
tua alma e com todo o teu espírito”. O primeiro mandamento é, para Jesus, o
amor a Deus. Porém, Jesus não se detém aí: completa a resposta com a referência
a um segundo mandamento: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” – uma citação
do Levítico que integra a “Lei da santidade”. Assim, Jesus estabelece que o
maior mandamento é o mandamento do amor, que se concretiza em duas dimensões (duas
faces da mesma moeda) que se completam mutuamente: a do amor a Deus e a do amor
ao próximo.
A
resposta de Jesus supera o horizonte estreito da pergunta, situando-se ao nível
das opções profundas do homem. O importante, na ótica de Jesus, não é definir
qual o mandamento mais importante, mas encontrar a raiz de todos os
mandamentos, o núcleo central da vivência cristã. E, na ótica de Jesus, essa
raiz gira à volta de duas coordenadas: o amor a Deus e o amor ao próximo. A Lei
e os Profetas não passam comentários a estas duas indicações.
Os
membros da comunidade de Mateus usavam a expressão “a Lei e os Profetas” para
se referirem aos livros inspirados do Antigo Testamento que apresentavam a
revelação de Deus. Assim, dizer que “nestes dois mandamentos se resumem a Lei e
os Profetas”, significa que eles contêm toda a revelação de Deus, ou seja, a
totalidade da proposta de Deus para os homens.
A
originalidade deste sumário não está na ideia de amor a Deus e ao próximo, que é
conhecida do Antigo Testamento, mas no facto de Jesus os aproximar, pondo-os em
paralelo, e no facto de Jesus simplificar e concentrar a revelação de Deus
nestes dois mandamentos. Portanto, o compromisso religioso (proposto aos
crentes, quer do Antigo, quer do Novo Testamento) resume-se no amor a Deus e no
amor ao próximo.
De
acordo com os relatos evangélicos, Jesus nunca se preocupou com o cumprimento
dos rituais litúrgicos da religião judaica, nem viveu obcecado com a entrega a
Deus de ofertas materiais. A sua grande preocupação foi, antes, discernir a
vontade do Pai e cumpri-la com fidelidade e amor. Amar a Deus é, no
entendimento de Jesus, viver em comunhão com o Pai, procurar a proximidade do
Pai, centrar a vida no Pai, discernir o projeto do Pai, obedecer
incondicionalmente ao Pai e procurar concretizar, na vida quotidiana, os planos
do Pai. Ora, Jesus sabia que os planos do Pai passam por dar vida aos seus
filhos. Por isso, “passou pelo mundo fazendo o bem”: curando os doentes,
acolhendo os desprezados, libertando os que eram escravos do pecado ou da Lei,
abraçando os humildes e os pequeninos, enxugando as lágrimas dos que choravam,
levando aos pobres a esperança, amando todos. A entrega de Jesus na cruz será a
expressão máxima desse amor “até ao extremo”, que Jesus sentia pelos irmãos e
que viveu em cada gesto. Assim, para Jesus, o amor a Deus e o amor aos irmãos
estão intimamente associados. Não são dois mandamentos diversos, mas duas faces
da moeda. Amar a Deus é cumprir o seu desígnio de amor, concretizado na
solidariedade, na partilha, no serviço, no dom da vida em prol dos irmãos.
O
texto explica que é preciso “amar o próximo como a si mesmo”. A expressão “como
a si mesmo” não significa nenhum condicionalismo, mas que é preciso amar
totalmente, de todo o coração, buscando o bem do outro com o mesmo compromisso
e entusiasmo com que procuramos o nosso bem. Porém, noutros textos mateanos,
Jesus explica aos discípulos que é preciso amar os inimigos e orar pelos
perseguidores. A palavra “próximo” não implica que coloquemos fronteiras ao
amor, mas que olhemos com solicitude todos aqueles de quem nos aproximamos, que
se cruzam connosco nos caminhos da vida. Trata-se, pois, de um amor sem
limites, sem medida e que não distingue bons e maus, amigos e inimigos. E Lucas,
ao contar este episódio, acrescenta-lhe a história do “bom samaritano”,
explicando que o “amor aos irmãos” pedido por Jesus é incondicional e deve
atingir todo o irmão que encontrarmos caído e abandonado nos caminhos da vida,
mesmo que se trate de estrangeiro ou de inimigo.
***
Na
segunda leitura (1Ts 1,5c-10) o apóstolo apresenta o exemplo da
comunidade cristã da cidade grega de Tessalónica, que acolheu o Evangelho no
meio de tribulações, mas com profunda alegria. A experiência de encontro com a
fé cristã que os tessalonicenses viveram contagiou outras comunidades,
levando-as até Jesus. O testemunho da fé faz de homens e mulheres de todas as
raças uma família que vive e testemunha o amor
Tessalónica
foi fundada em 315 a.C. por Cassandro, um general de Alexandre Magno, que lhe
deu o nome da esposa. Atravessada pela Via Egnácia – estrada romana que ligava
o mar Egeu ao Adriático e a Bizâncio – e dotada de importante porto de mar,
tornou-se um grande centro de comércio e uma encruzilhada religiosa, em que os
cultos locais coexistiam com outras propostas religiosas vindas de todo o
Mediterrâneo. Entre os cultos pagãos da cidade, contavam-se, além dos
autóctones, os dos deuses egípcios e romanos e o culto imperial. Porém, havia,
pelo menos, uma sinagoga, o que assinala a presença da fé judaica na cidade.
A
cidade foi evangelizada por Paulo, na sua segunda viagem missionária,
provavelmente, no inverno dos anos 49-50. Chegou lá com Silvano e com Timóteo, após
ter sido forçado a deixar Filipos. A permanência de Paulo na cidade não foi
longa, mas da sua pregação nasceu numerosa e entusiasta comunidade cristã,
maioritariamente, de pagãos convertidos.
A
colónia judaica não aceitou o testemunho de Paulo. Acusou-o de agir contra os
decretos do imperador e levou alguns cristãos aos magistrados. Paulo teve de
deixar a cidade à pressa, de noite, indo para Bereia e, depois, para Atenas. Afastado
de Tessalónica, sentia-se inquieto com a sorte da jovem comunidade cristã. Dado
o pouco tempo que ali passara, o apóstolo não tinha completado a formação
cristã dos tessalonicenses. A comunidade estava quase desarmada num contexto
adverso de perseguição e de provação. Preocupado, Paulo enviou Timóteo a
Tessalónica, para saber notícias e encorajar os tessalonicenses na fé.
Quando
Timóteo regressou de Tessalónica, reencontrou Paulo em Corinto. As notícias
trazidas por Timóteo eram boas: os tessalonicenses davam bom exemplo e
mantinham-se firmes na fé. Confortado pelas informações trazidas por Timóteo, o
apóstolo decidiu escrever-lhes a felicitá-los pela fidelidade ao Evangelho, a
esclarecer algumas dúvidas doutrinais que os inquietavam e a corrigir alguns
aspetos menos exemplares da vida da comunidade.
A
Primeira Carta aos Tessalonicenses é, provavelmente, o primeiro escrito do Novo
Testamento e surgiu na primavera-verão do ano 50 ou 51.
O
trecho em apreço integra uma “ação de graças” na qual o apóstolo se congratula
com a forma como os tessalonicenses acolheram e vivem o Evangelho.
À
ação evangelizadora levada a cabo por Paulo, Silvano e Timóteo, os
tessalonicenses responderam com adesão entusiasta. Receberam a mensagem “com a
alegria do Espírito Santo”, apesar da oposição que tiveram de enfrentar da
parte da comunidade judaica e das autoridades da cidade. O encontro com a Boa
Nova de Jesus produz verdadeira alegria nos corações, que nem a tribulação, a
perseguição, a oposição conseguem calar.
A
narrativa do anúncio do Evangelho entre os tessalonicenses espalhou-se pela
Macedónia e pela Acaia (províncias romanas da Grécia) e por todo o lado.
Tocados pelo exemplo dos tessalonicenses, impressionados pela forma como
abandonaram os ídolos e se converteram a Deus, muitos outros homens e mulheres
aderiram ao caminho cristão. A situação estratégica de Tessalónica e o facto de
dar acesso ao Oriente e ao Ocidente facilitou a circulação da notícia da adesão
dos tessalonicenses à salvação. Todavia, além disso, esteve a ação de Deus, que
fez com que o exemplo dos tessalonicenses contagiasse e inspirasse muitos
outros. Assim, os tessalonicenses tornaram-se, pelo exemplo, verdadeiros
missionários da Boa Nova. Isto revela que o Evangelho contém um dinamismo de
vida capaz de alcançar todos os povos: acolhido com alegria, vence a oposição,
a má vontade e a rejeição, tornando-se uma força irresistível, que ultrapassa
todas as fronteiras e que transforma o Mundo e a vida.
***
É bom professar o amor a Deus, guardar a sua palavra, saber que Ele é a nossa força e sentir que Ele quer fazer em nós a sua morada.
“Eu
vos amo, Senhor: sois a minha força.”
“Eu
Vos amo, Senhor, minha força, / minha fortaleza, meu refúgio e meu libertador.
/ Meu Deus, auxílio em que ponho a minha confiança, / meu protetor, minha
defesa e meu salvador.
“Na
minha aflição invoquei o Senhor / e clamei pelo meu Deus. / Do seu templo Ele
ouviu a minha voz, / e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.
“Viva
o Senhor, bendito seja o meu protetor; / exaltado seja Deus, meu salvador. / O
Senhor dá ao Rei grandes vitórias / e usa de bondade para com o seu ungido.”
***
“Aleluia.
Aleluia. Se alguém Me ama, guardará a minha palavra, diz o Senhor, meu Pai o
amará e faremos nele a nossa morada.
2026.10.25
– Louro de Carvalho
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