quarta-feira, 6 de maio de 2026

Igreja, como comunidade de serviço, e a mãe como alma da família

 

A liturgia do 5.º domingo da Páscoa, no Ano A, convida-nos a contemplar a Igreja (assembleia) comunidade nascida da cruz e da ressurreição, a comunidade da Nova Aliança que vive de olhos postos em Jesus ressuscitado, que percorre o caminho que Ele apontou, do serviço por amor, e que, enquanto caminha, testemunha, ante o Mundo, a vida e a salvação de Deus.

Tratando-se do 1.º domingo de maio, assinala-se o Dia da Mãe, a alma da família. Ora, a família (em latim, “familia”, deriva de “famulus” – “servo”; e em grego, “oîkos” – “casa”; e “oikogéneia” – “parentesco” ou “gente que pertence à casa”) irmana-se com a Igreja como comunidade de serviço, não por servidão, mas por vida e por amor.

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A primeira leitura (At 6,1-7) apresenta traços definidores da Igreja: comunidade santa, embora formada por pecadores; comunidade estruturada hierarquicamente, mas com o serviço da autoridade exercido no diálogo e na partilha; comunidade de servidores, que recebem dons de Deus e que os põem ao serviço dos irmãos; comunidade animada pelo Espírito, que vive do Espírito e que recebe do Espírito a força de ser testemunha de Jesus na História.

Os cristãos de Jerusalém viviam, com entusiasmo, o compromisso com Jesus e testemunhavam a fé que os animava, mas não eram perfeitos. Às vezes, emergiam problemas e tensões inerentes à convivência de pessoas com ideias e experiências de vida nem sempre coincidentes. O trecho em apreço refere-se ao clima de tensão entre dois grupos: os judeus e os helenistas. Os judeus, cristãos de origem judaica, originários da Palestina, falam aramaico, leem a Escritura em hebraico e teriam sido convertidos pela pregação de Jesus e dos apóstolos. Porém, continuam apegados às suas tradições e têm alto apreço pela Lei de Moisés e pelas interpretações dos rabis. Os helenistas, cristãos de origem judaica, mas originários da diáspora (comunidades judaicas espalhadas por todo o império romano e até por fora dele) falam grego e leem as Escrituras em grego. Residem em Jerusalém temporariamente. O seu contacto com outras realidades culturais torna-os mais tolerantes e abertos à novidade.

Com dois grupos tão diversos – do ponto de vista cultural, religioso e social – a conviver na comunidade, era natural que surgissem tensões e conflitos. Aparentemente, o que provoca a questão vertente é um problema de ordem material: na distribuição dos alimentos aos membros necessitados da comunidade, as viúvas helenistas sentiam-se prejudicadas, o que provocou queixas e levou à intervenção dos líderes.

A Lucas, nos Atos dos Apóstolos, não importa esboçar a História da Igreja primeva, mas dar-nos elementos de compreensão da essência da comunidade nascida de Jesus e que caminha na História. O episódio que a liturgia desta dominga evidencia permite colher algumas lições.  

Acima de tudo, sugere que a Igreja não é comunidade idílica e angélica, sem falhas, onde a unidade e a comunhão são perfeitas e imutáveis, mas formada por homens e mulheres frágeis e imperfeitos, onde as tensões, os preconceitos, as rivalidades, as invejas e os ciúmes pautam a experiência diária de caminhada. Essa realidade não nos deve dececionar, nem assustar: resulta das limitações e da finitude que fazem parte da nossa existência histórica. Todavia, a Igreja não pode conformar-se com a imperfeição, mas deve pôr-se em contínuo processo de conversão, de forma a purificar-se e a oferecer ao Mundo um testemunho credível de Jesus e do Evangelho.

Outra indicação clara é a da organização hierárquica da comunidade e do modo ela exerce o serviço da autoridade. Lucas fala de uma estrutura hierárquica em que os Doze desempenham o serviço da orientação e da direção da comunidade, aparecendo como as referências fundamentais da comunidade e sendo a eles que esta recorre para sanar diferendos e para assegurar a harmonia. Contudo, os Doze não parecem interessados em assegurar para si próprios um poder absoluto, de controlo, de imposição ou de domínio. Ao invés, procuram envolver toda a comunidade na procura de soluções para os problemas emergentes (“escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria para lhes confiarmos esse cargo”), em processo de caminho sinodal.

A terceira indicação apresenta a Igreja como comunidade de serviço. A escolha de sete homens “cheios do Espírito Santo” tem por objetivo o serviço das mesas, ficando os apóstolos com maior dedicação à oração e ao serviço da Palavra. Mais tarde, estes sete aparecerão, noutros episódios, mais ligados ao serviço da Palavra do que ao serviço das mesas e, mesmo, ao da mesa eucarística. É possível que estes sete – com nomes gregos – sejam os dirigentes da comunidade cristã judeo-helenística e que Lucas tenha fundido duas tradições diversas: a dos pregadores e dirigentes do grupo helenista, com a dos escolhidos para a função diaconal, de serviço e ministério assistencial. O termo serviço exprimia-se no termo grego “diakonía” e no termo latino “ministerium”. Assim, temos o diácono e o ministro.

Seja como for, nada invalida esta verdade fundamental: a comunidade cristã é uma realidade que tem no centro da sua dinâmica o serviço – seja o serviço da Palavra e o da oração, seja o serviço da caridade. É impensável uma comunidade cristã onde não brilhe a dimensão diaconal.

A quarta indicação é sobre o relevante papel do Espírito nas crises de crescimento da caminhada comunitária. O Espírito aparece ligado, quer à vocação (dos chamados a exercer a diaconia), quer à missão. Na verdade, a imposição das mãos pode significar, tanto a escolha para um serviço comunitário, como a invocação do Espírito para que os chamados possam concretizar a missão que lhes foi confiada. De qualquer forma, a Igreja é a comunidade do Espírito, criada, animada e dinamizada pelo Espírito.

E o trecho em apreço termina com um pequeno sumário que assinala o avanço irresistível da Boa Nova, por ação dos discípulos, animados pelo Espírito.

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No Evangelho (Jo 14,1-12), Jesus garante aos discípulos que nunca os abandonará e define o caminho que eles devem percorrer para chegarem à “casa do Pai”: é o mesmo “caminho” que Ele seguiu, o da obediência a Deus e da doação total ao serviço dos irmãos. Os que acolhem tal proposta encontram a vida plena e são acolhidos na família de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.

Tendo entrado em Jerusalém, montado num jumentinho e aclamado pela multidão, Jesus entendeu que chegara a “hora” de entregar a vida até ao extremo para concretizar o desígnio do Pai. E, cônscio de que o tempo estava a esgotar-se, propôs-se celebrar a ceia de despedida com os discípulos, que se realizou na noite de quinta-feira, véspera da Páscoa judaica, em sala emprestada por um amigo, na cidade de Jerusalém. Depois, viria a ser preso, nessa noite, num horto situado no vale do Cédron, junto do monte das Oliveiras. Levado pela polícia do templo ao sumo-sacerdote, foi julgado, condenado e torturado. Na manhã do dia seguinte, foi conduzido a Pôncio Pilatos, o governador romano, o qual, após várias hesitações, confirmou a sentença de morte que os líderes judaicos tinham determinado. Morreu na tarde de sexta-feira, pregado numa cruz, na colina do Gólgota, fora das muralhas de Jerusalém.

Aquela inolvidável ceia é dominada por este cenário. Enquanto comiam e conversavam, pairavam na mente e no coração dos convivas questões decisivas: Que seria do Reino de Deus sem Jesus? Que deveriam fazer e como deveriam viver os discípulos, deixados “órfãos” pela “partida” do Mestre? Onde haveriam de alimentar a esperança na vinda do reino de Deus? Como poderiam os manter-se em comunhão com Jesus?

Durante a ceia, em longa conversa com os discípulos, Jesus referiu-se às questões que os inquietavam. Acalmou-lhes o medo e transmitiu-lhes paz; lembrou-lhes, com gestos e palavras, os valores do reino de Deus; recordou-lhes o essencial do que lhes dissera e ensinara, enquanto percorria com eles os caminhos da Galileia e da Judeia; prometeu-lhes o Espírito Santo e garantiu-lhes a sua presença e assistência em todos os passos do caminho que iam percorrer; alertou-os para as dificuldades que encontrariam, mas assegurou-lhes a vitória sobre as forças da morte. Tudo o que foi dito e vivido, então, soou a testamento e deixou profunda impressão nos discípulos que participaram na ceia. As palavras de Jesus que o Evangelho desta dominga nos oferece integram o testamento de Jesus e devem ser entendidas neste contexto.

Depois de ter lavado os pés aos discípulos, Jesus avisou-os de que estava a chegar ao fim a sua permanência junto deles e que um deles O entregaria às autoridades judaicas. Judas, um dos Doze, abandonou a mesa e saiu, para executar o seu plano de traição. O cenário da partida de Jesus ganhava contornos reais. Os discípulos, sem compreenderem o alcance daquilo, ficam inquietos. Sentem que não podem perder Jesus, pois, se lhe tiram o Mestre que os chamou e que eles seguem, há tanto tempo, nada lhes restará. Jesus acalma-os e conforta-os: “Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim.” O que vai acontecer será doloroso para os discípulos, mas eles devem confiar em Jesus e nas opções d’Ele. Para lhes inspirar confiança, lembra-lhes a ligação que tem com o Pai: se vive em comunhão com o Pai e se cumpre o projeto do Pai, o Pai não permitirá que a maldade dos homens O vença.

Jesus prepara-Se para ir ao encontro do Pai, através da cruz. Tal viagem é necessária para “preparar um lugar” para os discípulos. É o final da missão que o Pai confiou a Jesus. Os discípulos, porque aderiram ao projeto de vida que Jesus lhes apresentou, estão destinados a estar com Deus, a integrar a família de Deus, a viver na “casa” do Pai. Jesus, no que lhe diz respeito, nunca prescindirá dos seus: deseja que os discípulos estejam sempre com Ele. Por isso, virá buscá-los. Vai à frente, porque a Sua missão é mostrar-lhes o caminho.

A questão levantada pelos discípulos sobre qual é o caminho é supérflua, visto que eles acompanharam Jesus pelos caminhos da Galileia e da Judeia, até Jerusalém, e viram como Ele viveu e amou. Talvez estejam relutantes em enveredar, como Jesus fez, pelo caminho do amor e do dom da vida, mas conhecem de cor o mapa do caminho que leva ao encontro de Deus. O caminho é Jesus: a sua vida, os seus gestos, o seu amor até ao extremo, que mostram como se deve viver. Quem olhar para Jesus vê o itinerário a percorrer. Ao aceitarem percorrê-lo, vão ao encontro da verdade e da vida em plenitude e tornam-se, como Jesus, filhos de Deus.

Ao identificarem-se com Jesus, os discípulos estabelecem uma relação íntima e familiar com o Pai, porque o Pai e Jesus são um só. O Pai está presente em Jesus. Assim, quem encontra Jesus encontra o Pai, quem se aproxima de Jesus aproxima-se do Pai. Quem adere a Jesus e estabelece com Ele laços de amor, faz parte da família do Pai, porque Jesus é o Deus que veio ao encontro dos homens. As obras de Jesus são as obras do Pai; o amor que Jesus oferece a todos é o amor do Pai; a vida que Jesus partilha com todos os que se cruzam com Ele é a vida que o Pai dá.

Porém, Jesus não é só o modelo do caminho. É também a Verdade e a Vida, pois oferece, como dom, a força, a energia (o Espírito) para que o homem possa percorrer o caminho. É o Espírito do Senhor ressuscitado que renovará e transformará os homens, no sentido de os levar, cada dia, a tornarem-se Homens Novos, que vivem na obediência a Deus e no amor aos irmãos. Desta dinâmica, nasce a comunidade de Homens Novos, a família de Deus, a Igreja.

A última palavra de Jesus no trecho em causa é para pedir aos discípulos que continuem a Sua obra: “Quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e fará ainda obras maiores do que estas, porque Eu vou para o Pai”. Ao fazerem as obras de Jesus, os discípulos testemunharão, no Mundo, o projeto de Jesus e oferecerão a muitos homens e mulheres o ensejo de seguirem o caminho traçado por Jesus e de entrarem, desse modo, na família de Deus.

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A segunda leitura (Pe 2,4-9) apresenta a comunidade nascida de Jesus como “templo espiritual”, do qual Cristo é a “pedra angular” e os cristãos as “pedras vivas”. Os que a integram constituem um “povo sacerdotal”, cuja missão é oferecer a Deus o verdadeiro culto: a vida vivida na obediência aos planos do Pai e no amor incondicional aos irmãos.

A primeira Carta de Pedro é endereçada aos cristãos de cinco províncias romanas da Ásia Menor: a Bitínia, o Ponto, a Galácia, a Ásia e a Capadócia. Não sabemos quem é o seu autor. É certo que ele, logo no início da carta, se apresenta com o nome do apóstolo Pedro. Contudo, a qualidade literária da carta parece estar acima do que seria o modo de escrever de pescador pouco instruído, como era Pedro. Em termos teológicos, a catequese apresentada parece situar-nos em época posterior à de Pedro, quando a reflexão cristã já conhecia significativa evolução. A tudo isto é acrescentar outro dado: o ambiente descrito corresponde à situação das comunidades cristãs nos últimos anos do século I. Ora, se Pedro morreu, em Roma, na perseguição de Nero (cerca do ano 67), não pode ser o autor do escrito. O autor será, pois, um cristão anónimo culto, que conhece a difícil situação das comunidades cristãs da Ásia Menor e que escreve em finais do século I (não antes dos anos 80), a partir de uma comunidade cristã não identificada da Ásia Menor.

Todavia, o epistológrafo pode ter recuperado o pensamento petrino. O apóstolo pode ter evoluído na cultura teológica, pode ter-se rodeado de companheiros instruídos que lhe tenham ajudado a modelar o pensamento e o discurso e pode ter acontecido que a memória de Pedro tenha captado os dados fundamentais da sua experiência apostólica e as fórmulas correntes na Igreja primeva. Não sabemos avaliar o alcance da mente humana, nem o poder de Deus.

Os destinatários da carta são comunidades cristãs das zonas rurais da Ásia Menor, cujos membros são, maioritariamente, camponeses pobres, que cultivam as propriedades da gente rica, a par de pequenos proprietários que vivem em aldeias, à margem das grandes cidades. Trata-se, em todo o caso, de gente economicamente débil e altamente vulnerável à hostilidade do Império para com o cristianismo. E o epistológrafo exorta os cristãos a manterem-se fiéis à sua fé, apesar das dificuldades. Convida-os a olharem Cristo, que passou pela experiência da paixão e da cruz, antes de chegar à ressurreição; e exorta-os a manterem a esperança, o amor, a solidariedade, vivendo com alegria, coerência e fidelidade a sua opção cristã.

A reflexão do epistológrafo rola à volta de uma imagem sugestiva: Cristo, como “a pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus”. Terá sido tomada de Is 28,16. Aí Javé, dirigindo-se aos líderes corruptos que “fazem da mentira um abrigo e da fraude um refúgio”, anuncia que irá colocar em Sião uma pedra “preciosa, angular, bem firme”, onde o povo se poderá apoiar, quando todas as outras seguranças falharem. A mesma imagem reaparecerá em Sl 118,22. No judaísmo tardio, a imagem da pedra rejeitada pelos construtores, mas que vem a tornar-se a “pedra angular” do projeto de Deus, adquirirá conotação messiânica: o Messias que há de vir será a tal “pedra” sobre a qual Deus construirá a sua intervenção salvadora na História, em favor do seu Povo.

Para o epistológrafo, Cristo é essa pedra escolhida, preciosa, viva (alusão à ressurreição), sobre a qual Deus fundamenta o seu desígnio de salvação. Foi rejeitado pelos homens, mas Deus colocou-O como pedra angular, como a pedra principal do edifício que se propôs construir. Por isso, os cristãos são convidados a aproximarem-se de Cristo. Aproximar-se de Cristo é aderir à sua proposta, viver ao seu estilo, segui-lo no dom da vida, cimentar a comunhão com Ele. Dessa forma, tornar-se-ão “pedras vivas” de um edifício do qual Cristo é a “pedra angular”. Será um “edifício espiritual”, feito de “pedras vivas”. No antigo Templo de Jerusalém, construído com pedras materiais, ofereciam-se sacrifícios de animais para significar a comunhão do Povo com Javé; mas, no novo Templo (que tem Cristo como “pedra angular” e os cristãos como “pedras vivas”, ligadas a Cristo), oferecer-se-ão sacrifícios espirituais: vida santa, vivida na entrega a Deus e no dom aos irmãos. Os que fizerem parte desta construção, integram um povo de sacerdotes; no exercício do seu sacerdócio, oferecerão diariamente a Deus o que têm de mais precioso: a vida e o amor.

Esta construção foi e continuará a ser rejeitada pelos homens. Ao evocar essa rejeição, o autor da Carta refere-se à condenação e à morte de Jesus na cruz e às dificuldades que os crentes, em geral, e os destinatários da carta, em particular, encontram na vivência e no testemunho da fé. Porém, a rejeição por parte do Mundo não deve fazer com que as “pedras vidas” do edifício espiritual que tem Cristo como “pedra angular”, desanimem e desistam: para Deus, esta comunidade/Templo será “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus para anunciar os louvores”. A citação leva-nos a Ex 19,5-6, onde se refere à comunidade da aliança: o seu uso, neste contexto, significa que, apesar da rejeição do Mundo, os cristãos são a comunidade da “nova aliança”, o povo que Deus libertou, que guiou da escravidão para a liberdade e a quem Deus encarregou de testemunhar, ante o Mundo, o seu desígnio de salvação.

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Em Dia da Mãe, há que salientar o papel crucial do serviço amoroso e sofrido da mãe na gestação, na educação e na autonomização dos filhos, os quais transportam pela vida fora algumas das células estaminais da mãe. O perfil serviçal da mãe é comum a todas, mas, de forma especial, às mães que, por vicissitudes da vida, gerem uma família monoparental. Em qualquer caso, a mãe é o porto seguro dos filhos, a alegria do marido, se o tiver, a alma da família!

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Por tudo, é justo entoar um cântico de louvor à misericórdia do nosso Deus!

“Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia. Que ela venha sobre nós.”

“Justos, aclamai o Senhor, / os corações retos devem louvá-Lo. / Louvai o Senhor com a cítara, / cantai Lhe salmos ao som da harpa.

“A palavra do Senhor é reta, / da fidelidade nascem as suas obras. / Ele ama a justiça e a retidão:
/ a Terra está cheia da bondade do Senhor.

“Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem, / para os que esperam na sua bondade, / para libertar da morte as suas almas / e os alimentar no tempo da fome.

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“Aleluia. Aleluia. Eu sou o caminho, a verdade e a vida, diz o Senhor; ninguém vai ao Pai senão por mim.”

2026.05.04 – Louro de Carvalho

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